The Division 2: Private Beta – Opinião & Perspetivas futuras

14 de Fevereiro de 2019
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Nostalgia o sentimento presente ao ter jogado este último título, The Division 2, ainda para mais, por tê-lo testado em um computador. Quando exprimentamos um fantástico jogo, quantos de nós pensam logo num próximo título? Esperamos que o próximo seja melhor certamente, mas por vezes somos surpreendidos pela positiva.

Confesso que tinha alguma dificuldade em imaginar uma alternativa para o antigo The Division que era bom o suficiente para que, para mim, pudesse ser bastante melhorado. Claro, existem sempre pequenas alterações, mas acho que de um título para o outro a diferença é notória.

Informações

A private beta de The Division II decorreu entre 07/02 e 12/02, onde alguns jogadores puderam testar aquilo a que se costuma chamar, ‘closed beta’ do novo título da Ubisoft – versão beta do jogo onde ocorrem, em geral, os maiores problemas e bugs.

Em geral, o desempenho foi bom, contudo, como referi no último vídeo, ao contactar com a Beta, apercebi-me de alguns problemas com o jogo. Em primeiro lugar, aquilo que me pareceu ser um problema de texturização de imagem, onde é possível identificar em alguns momentos imagens 2D transformadas em efeitos 3D, não parecendo realista em objetos como folhas ou relva (objetos difíceis de reproduzir em computador). Outros problemas detetados foram problemas relativos à conexão com o ‘modo-online’. Apesar de ter sido bastante melhorado em relação aos primeiros tempos de The Division, a Private Beta ainda apresentou alguns problemas, mas nada de transcendente e que não possa ser resolvido atempadamente pela equipa da Massive.

Outro ponto interessante, foi a presença de uma paleta de cores mais acolhedoras, com menores contrastes, que remonta a outro título da Ubisoft, Watch Dogs 2. Isto apresenta-se como uma grande diferença em relação a The Division uma vez que este apresentava um grande contraste, principalmente à noite. Para mim, esta alteração justifica-se, visto o conceito de ambientação ser de uma época do ano mais quente – sete meses após o Natal de The Division.

Em The Division II temos mais fações, o que atribuí mais conteúdo ao jogo, beneficiando o tempo de vida útil do título. Para além disso, e ao contrário do primeiro jogo, nesta sequela começamos como um Agente integrado previamente na SHD, ou seja, fora da linha temporal deste novo título ou em consonância com o primeiro título, The Divison.

Através de artigos publicados pela Ubisoft, assim como através da Private Beta, foi possível verificar o esforço da equipa de desenvolvimento em melhorar alguns aspetos em relação às armas e assuntos relacionados com estas. As atuais categorias de armas são as Rifles de assalto, as Rifles de precisão, as Submetralhadoras, as Escopetas, as Metralhadoras leves, as Pistolas e outra categoria denominada de apenas, Rifles, que será usada para armas muito específicas que não têm grande distinção entre rifles de precisão, assalto ou outras.

Segundo a equipa foi procurado enaltecimento das qualidades das armas exóticas, principalmente a nível de design de modo a diferenciá-las das restantes armas banais, fazendo distinção de jogadores (semelhante aos tradicionais jogos de RPG – Battlefield e Call of Duty).

A reformulação das componentes associados às armas, trouxe também um novo sistema de talentos para cada arma do personagem melhorando a experiência com cada arma dentro do jogo.

Acrescendo às anteriores habilidades disponíveis – a torreta, o escudo-defensivo e a mina teleguiada, foram acrescentadas 5 novas habilidades, 3 das quais a Ubisoft se pronunciou em particular. O ‘drone’ como não poderia deixar de ser, foi um importante equipamento introduzido, uma vez que se tornou parte do quotidiano da maioria das pessoas no dia-a-dia.

O lançador químico, uma habilidade que permite incendiar, espalhar espuma antimotim, oxidar equipamentos e suportar os aliados com vida extra. A ‘colmeia’ que consiste num conglomerado de nano-drones que permitem afetar diferentes inimigos ao mesmo tempo, quase como uma distração, pois o seu dano deve ser inferior ao que pode causar um drone. As outras habilidades são o que parece ser um ‘pulso eletromagnético’, um objeto voador semelhante a um drone cujas características não foram divulgadas à data deste artigo.

Opinião

Através de uma reflexão mais aprofundada de toda a informação recolhida durante o período que tive a oportunidade de testar a Beta, elaborei uma opinião própria no geral bastante favorável ao conteúdo disponibilizado.

Cada local foi pensado e adaptado para a região em que se encontra o jogador, demonstrando o empenho da equipa neste projeto. Foram seguidas algumas pisadas em relação ao primeiro jogo, o que considero bom face ao sucesso atingido. Entre eles, um aspeto interessante, o aumento dos números de elementos citadinos como veículos e pessoas afetas pelo vírus.

Quando falamos de jogabilidade, notamos alguns pontos negativos na limitação de movimentos quando nos encontramos barricados num muro, que comparativamente ao antecessor jogo, apresenta-se como uma grande limitação debaixo de fogo inimigo. A inclusão de novos movimentos de retirada representa um ponto positivo, não forte o suficiente para abafar as limitações anteriormente relatadas, mas ainda assim bom. O manuseio foi melhorado, bem como a facilidade de neutralização do inimigo.

As granadas, agora classificadas por categorias, em 4 mais precisamente, são um importante aspeto frisado pela Massive, uma vez que permitiria algum desequilíbrio entre jogadores, mas para mim parece-me estranho e muitíssimo pouco equitativo, uma vez que permite apenas a jogadores de nível 30 escolher entre 3 das categorias, pois a 1ª todos têm. Granadas de concussão são o elemento projetável mais fraco na categoria de granadas (granadas de mão comum). Após o nível 30 terá à escolha a granada atordoante, a granada incendiária e a de fragmentação, o que inibe alguns jogadores, dificultando em algumas missões ou até mesmo na Dark Zone.

Os novos estatutos dos diversos agentes da SHD (aos jogadores) atribuem uma maior dimensão ao papel das ‘Dark Zone’ – estatuto de traidor, revogado e de caçado – respetivamente do grau mais baixo ao mais alto de traição ao Strategic Homeland Division, algo que no futuro do jogo poderá ser algo bem conseguido, uma vez que na Private Beta não me foi possível testar.

“End-Game” The Division 2

O destaque dado ao ‘End-Game’ pela Ubisoft foi intenso, ou seja, a importância dada ao final do jogo que muitas companhias de videojogos acabam por esquecer, a Massive por sua ordem, não esqueceu e apresenta uma grande parte do seu conteúdo para o pós-finalização da história.

Segundo a equipa, após o nível 30, haverá diversas especificações, habilidades e outros talentos que poderão continuar a ser desenvolvidos, envolvendo o jogador num universo mais completo e rico. As suas escolhas definem o seu percurso e, digamos, final de jogo (de certa forma).

Todas estas opções de personalização trabalham em conjunto para que o seu esquadrão possa complementar as suas qualidades e fraquezas. Essa coordenação tem a sua mais alta importância quando se duplica o tamanho de um esquadrão normal de Divison, e você e sete dos seus agentes mais confiáveis serão levados para o novo modo de incursão de oito jogadores. Incursões é o conteúdo mais desafiante do final do jogo, e irá testar a capacidade de todos os oito membros da equipa de trabalharem juntos pela sobrevivência. As incursões terão histórias únicas e desafios de jogabilidade que irão recompensá-lo com os melhores e mais raros itens.

Queira a equipa que este momento tarde, pois significará o terminar de um potencial conteúdo para este jogo que tem tudo para beneficiar os seus jogadores. Ou não, quem sabe! Aguardemos por mais novidades.

Perspetivas Futuras

Com base naquilo que pude testar, espero algumas melhorias ao nível gráfico/texturas que poderão ser mais polidas (apesar de ser, provavelmente, mais complicado e passar despercebido a alguns críticos).

Para além disto, poderão continuar a melhorar as conexões com os servidores, evitando erros como o ‘DELTA-3’ que ocorria com alguma frequência.

Tendo jogado as duas missões principais disponibilizadas, a Grand Washington Hotel e a Jefferson Trade Center, onde foram oferecidas, acredito eu, pequenas porções do verdadeiro conteúdo do modo história, senti que havia potencial, mas podiam ter-se esmerado mais na primeira. Espero que isto seja apenas um sinal do que virá na próxima Beta do jogo, ou até mesmo da versão final.

Infelizmente não tive oportunidade de testar as outras missões secundárias, no entanto, usufrui da experiência role-play na cidade de Washington, interferindo com ações inimigas em co-op (partidas de cooperação multiplayer), o que me impressionou bastante. Anseio que sejam corrigidos alguns dos bugs e gliches associado aos NPC’s que corriam ou estacavam ilogicamente.

Segundo a equipa de desenvolvimento, haverá uma segunda Beta, desta vez, pública, onde todos os jogadores que fizerem download poderão experimentar novos conteúdos. Afirmou a Massive na Twitch. Recentemente, a Ubisoft divulgou a data da sua Open Beta, cuja data aponta para 01/03 a 04/03, duas semanas antes do lançamento. Esperemos até lá para fazer o juízo quase final ao que esperar do novo título, The Division II.

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