Trabalhadores Chineses obrigados a usar pulseira de monitorização

A China com quase 1,5 biliões de habitantes tem de ter uma organização estrutural muito eficaz para não se tornar num caos. Podemos achar um exagero, (por vezes é mesmo…) e em alguns sítios principalmente na China, usam o sistema de rastreamento para haver controlo.

Os cidadãos Chineses costumam ser monitorizados em várias partes do País, que estão em constante procura de novidades de gadgets para esse fim, como exemplos escritos no The Verge, que vão desde Chips em Carros, óculos de reconhecimento facial, Uniformes de localização para estudantes. A acrescentar á lista, estão agora os trabalhadores de Limpezas de saneamentos, que são obrigados a usar uma pulseira de rastreamento com GPS. Estes trabalhadores, de Nanjing, distrito de Hexi, usam a pulseira não apenas para monitorizar a sua localização , mas para estimulá-los, caso parem de se mover por mais de 20 minutos.

(Rastreamento de trabalhadores)

A notícia sobre esta obrigação por parte dos trabalhadores gerou um pouco de polémica perante a empresa de saneamento, que devido à pressão pública, decidiu recuar, mas pouco. Decidiram apenas remover deste desagradável sistema a parte em que as pulseiras emitiam uma gravação aos trabalhadores, com a frase: “ por favor continuem a trabalhar”, caso um trabalhador parasse por mais de 20 minutos. O resto do rastreamento e monitorização irá manter-se.

Este resultado por parte da empresa não deverá ser o suficiente para satisfazer os trabalhadores de saneamentos e o público em geral. As notícias que surgiram após este recuo da empresa não relatou a veracidade dos fatos. Apenas diziam que os trabalhadores ficaram livres da Monitorização após pressão dos cidadãos, o que de todo não corresponde à verdade.

Acredito que tenha de haver um controlo maior onde a população excede o limite do que deveria ser normal e aceitável, (mal geral do planeta) mas fazer as pessoas se sentirem como objetos ou robôs sem sentimentos, não está certo e não poderá ser aceite.

Fonte

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