Análise de Battlefield 2042 (PS5) — um potencial bem explorado intemporal!

Battlefield regressa quase três anos depois introduzindo todo um universo renovado no ano de 2042, ou seja, ambientado na era contemporânea-moderna depois de um desastroso lançamento em 2018, de Battlefield 5. Battlefield 2042 foi o nome atribuído e segue uma linha póstuma a Battlefield 4, permitindo toda uma continuidade aos eventos de 2042 — resultando num novo e épico confronto mundial. Estes confrontos escalaram naquela que pode ser a terceira guerra, no entanto, será a humanidade capaz de resistir?

Esta é uma história digna do cinema — não fosse este jogo da responsabilidade da Digital Illusions CE — cuja experiência cinematográfica traz consigo uma imersividade impressionante se nos predispusermos a prestar a atenção devida. Independentemente de não existir um modo narrativo como em outros Battlefield’s, o modo multijogador vem recheado de novidades verdadeiramente impressionantes que acabam por fazer deste jogo um conjunto de oportunidades tripartidas — o regresso ao passado glorioso da série (Modo Portal) e o futuro com dois modos complementares (Hazard Zone e All-Out Warfare).

Battlefield 2042 chega amanhã dia 19 de novembro de 2021 para as habituais plataformas — PlayStation 4 e 5, Xbox One|X e Xbox Series S|X e Windows — com destaque para as edições de PlayStation 5, Xbox Series S|X e Windows que pode ser jogado em 128 jogadores (All-Out Warfare). Até ao momento, tivemos oportunidade de acesso antecipado que nos permitiu jogar durante a última semana este jogo, pelo que, a partir de amanhã, os restantes jogadores terão acesso ao jogo.

Ambientação — um mundo em conflito!

Battlefield 2042 é a derradeira aposta da Electronic Arts, um jogo localizado num futuro próximo, num  mundo que está à beira da escassez do colapso — onde faltam alimentos, energia e água potável — levando a que dezenas de nações falidas dão origem a uma das maiores crises de refugiados da história da humanidade. Em 2042, eventos climáticos extremos e conflitos de recursos alteraram o equilíbrio do poder global. Os Estados Unidos e a Rússia estão à beira da guerra, enquanto uma mistura de veteranos de combate não patriados formam grupos independentes conhecidos como Task-Force. Lute para definir o futuro neste teatro de guerra nunca antes visto.

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Dez anos (depois de 2021) bastaram para levar o mundo à beira do abismo. O aumento do nível do mar (fruto das alterações climáticas), economias em colapso, alianças rompidas e o mundo começa a imergir no caos. Os párias ou sem pátria aumentam, com cada vez mais deslocados, entre famílias, agricultores, médicos, engenheiros e soldados (em alguns casos) de origens diferentes, num mundo separado culturalmente, mas unidos na certeza de sobreviver.

A humanidade procura adaptar-se ao novo normal, de certa forma, uma analogia aquilo que enfrentamos durante os últimos anos. Costuma-se dizer que grandes inovações ocorrem em tempos de guerra, pelo que, nestes tempos conturbados verdadeiras evoluções em energia, na irrigação de desertos, barragens e grandes muros salvaram cidades costeiras, permitiram recuperar terras agrícolas e reconstruir cadeias de abastecimento.

O crescimento de movimentos de indivíduos sem pátria, mais precisamente 1,2 mil milhões de pessoas imergem num contexto de crescimento acrescendo a esta reconstrução mundial, uma disputa pelo controlo de meia metade do mundo regressando a um passado (com mais de 60 anos de distância) — a intensidade da Guerra-Fria, mas um conflito estilo II-Guerra Mundial — que alterou o rumo da história. Em 2042, uma tempestade de destritos espaciais levam ao colapso de 70% dos satélites em órbita. O apagão que se segue leva ao caos com queda de aviões, as comunicações caem, as cadeias globais de abastecimento (que já estavam sobe pressão) param. Os preços do petróleo e carvão disparam.

O mundo estava novamente a beira do precipício. Desprovidos de internet, sem sistemas de navegação e, sobretudo, sem vigilância. A desconfiança geopolítica surge da noite para o dia com teorias da conspiração a insurgirem dos conflitos recentes. Tanto a Rússia quanto os Estados Unidos afirmam que a responsabilidade habita de um dos lados, enquanto alguns suspeitam que os páridas estariam por trás desta insurgência, procurando viver numa anarquia.

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Ex-militares e especialistas treinados em combate entre os expatriados transformam-se em Task-Force(s) armadas para se defenderem à medida que as tensões aumentam. A escassez de alimentos e combustível desencadeia uma guerra sombria entre os EUA e a Rússia. Para manter a negação plausível, ambos os lados colocam as Task-Force(s) Páridas como representantes na escalada de conflitos sobre recursos — prometendo aos refugiados um pedaço do que resta. A guerra aberta é iminente. Os páridas não têm escolha a não ser escolher um dos lados, lutando não por uma bandeira, mas por seu futuro. A guerra deles é a nossa história enquanto jogadores.

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All-Out Warfare — o clássico de Battlefield

Battlefield tem um lugar muito particular na minha vida. Não sou um jogador muito antigo até pela idade que tenho, no entanto, a proximidade com o jogo marcou toda uma fase da minha vida, dedicando algumas horas em torno desta bela série independentemente dos altos e baixos ao longo dos últimos anos. All-Out Warfare mostra-se como uma evolução de uma receita de excelência presente nos mais diversos títulos da série.

Basicamente, este modo de jogo inclui a experiência de Conquest e Breakthrough, dois grandes modos de jogo presentes em praticamente todos os jogos da série Battlefield e que permitem uma abordagem mais intensa, por exemplo, em Breakthrough — que nos colocam em combates épicos de trincheira (passo a expressão), pois o espaço é amplo (dependendo dos mapas) e é tudo menos uma protuberância no chão —, e o modo Conquest — mais suave, mas mais dinâmico do que em jogos anteriores.

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Para qualquer aficionado da série conhece este dois grandes modos de jogo e a presença em Battlefield 2042 é algo que seria expectável pela confiança, conhecimento e experiência adquirida em jogos anteriores. Assim como para mim, vários jogadores da comunidade vêm nesta perpetuação de tradições algo essencial para manter a identidade de uma coleção de jogos que marca as suas diferenças com a concorrente direta, a série Call of Duty (desenvolvida pela Activision).

O único avanço que penso ser importante mencionar neste grande modo de jogo — All-Out Warfare — foi o facto de incluir 128 jogadores, algo que muda, por completo toda uma experiência de jogo em equipa e fluxo de jogadores. Esta particularidade melhorou aquilo que já era sentido numa partida 32 vs. 32 (64 jogadores da anterior geração), no entanto, acabou por permanecer na anterior geração de consolas face às limitações de hardware.

Os especialistas foram a nova inclusão neste novo ambiente de caos e tem levantado algumas questões entre a comunidade — pelo facto de alterar uma fórmula que já considerávamos aperfeiçoada o suficiente —, no entanto, prova que trouxe feitos positivos e negativos. Mas isso, é tema para ser falado mais adiante no artigo. Para saber mais sobre a nossa opinião acerca deste tema, prossiga para o capítulo de Jogabilidade.

Em relação a este modo, não existe nada a apontar ao jogo. Este modo manteve-se fiel ao passado, mas com melhorias do presente e da evolução da nova geração de consolas — que impulsiona avanços na indústria dos videojogos — apesar de o PC ter maior capacidade de proporcionar uma maior fidelidade enquanto joga. Os clássicos regressam pelo que os puristas terão certamente uma boa experiência.

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Hazard Zone — o novo rumo para a série!

Este modo consiste em cinco fases basilares — Strategize & Equip, Inserir (Insert), Recuperar (Retrieve), First Extraction e Last Extraction — assim sendo, o jogador irá começar por definir o ponto de spawn do seu personagem e respetivo loadout. Depois começa o plano tático de implantar os dispositivos (Intel Scanner) e espalhar o caos, enfrentado hordas de inimigos.

Alcançando o objetivo, a primeira extração procura sair do local rapidamente (por uma questão de sobrevivência) e a última extração em que o esquadrão luta contra esquadrões inimigos pela permanência em jogo — esta última épica! Enquanto jogava, o meu esquadrão lutou contra elementos de mais dois esquadrões e safámo-nos por alguns segundos (ecoavam tiros na fuselagem do nosso helicóptero) — fenomenal!

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Estes discos (cujos dados são valiosos) depois de capturados com sucesso pelos esquadrões com um sistema de recompensa baseado no desempenho durante a partida. Quanto mais discos extrair, maior a recompensa final. No nosso caso, defendemos 3 ou 4 discos até conseguirmos ser extraídos do campo de batalha e a luta foi renhida. Dois de nós foram abatidos e estivemos muito perto de perder a luta numa última extração — last extraction — de importância.

Os jogadores em Hazard Zone são recompensados de duas formas, sendo estas EXP concedido à sua progressão global, bem como créditos no mercado negro que permitem aos jogadores usar para adquirir e selecionar armas, equipamentos além de atualizações táticas no início de cada partida da Hazard Zone, dando-lhes uma vantagem no campo de batalha.

Pela nossa experiência, este é um modo divertido de jogar, mas acreditamos que a grande maioria dos jogadores vai optar por manter-se no All-Out Warfare ou optar pela grande novidade, o modo Portal — que permite regressar ao passado, mais precisamente, a jogos como Battlefield 1942, Battlefield Bad Company 2 e Battlefield 3 — com algumas das batalhas mais épicas de sempre.

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Battlefield Portal — o modo que dá liberdade criativa ao jogador

Consegue imaginar rifles de assalto e helicópteros de Battlefield 2042 no mapa do Battlefield 1942: Battle of the Bulge. Ou talvez uma luta de faca contra um desfibrilador na fronteira do Cáspio? Épico que nem os vídeos de apanhados que insurgem pela internet acerca de Battlefield.

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A inclusão no Battlefield Portal de clássicos como este fazem deste Battlefield um mundo novo de oportunidades de jogo mais criativas. Este jogo abre todo um mundo de possibilidades pela capacidade de expansão no tempo e no espaço — quem sabe no futuro durante o tempo de vida útil… não é verdade, DICE? Esperemos que não seja mais um título pelo caminho como aconteceu no passado.

Podia dizer que a emoção do Battlefield Portal é assambarcadora, no entanto, continuo a considerar que o modo All-Out Warfare consegue superar pelo facto de acrescer mais dinamismo a uma partida com 128 jogadores. Com 64 jogadores, todo o equipamento de ponta e os vastos mapas de Battlefield 2042 podem ser trazidos para o Portal Battlefield, permitindo causar estragos de diversas formas.

Estes campos de batalha clássicos foram reconstruídos do zero usando a versão mais recente do motor Frostbite — o motor gráfico de Battlefield — mas é conseguido também ao permitir que os jogadores insiram linhas de código simples para acrescentar novas funcionalidades às partidas. Os mapas icónicos do Porto de Arica, El Alamein, Batalha do Bulge, Valparaiso, Fronteira do Cáspio e Canais Noshahr parecerão totalmente novos graças ao empenho da equipa de desenvolvimento — um impacto incrível que só vendo com os próprios olhos. Ficámos realmente impressionados!

O que mais apreciamos foi o facto de podermos usufruir de alguns destes mapas mais emblemáticos numa experiência mais tradicional dos jogos que marcaram tradições. Para além disso, com a possibilidade participar em partidas recreadas pelos jogadores, onde são misturadas várias opções — entre armamento de eras diferentes, veículos e personagens com contextos diferentes num novo ambiente.

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Jogabilidade — diferente, mas não divergente!

Battlefield 2042 proporciona-nos um estilo de jogo substancialmente mais rápido quando comparado com o antecessor. Personagens, armas e veículos são todos mais rápidos neste jogo em exclusivo online. É reconhecível a característica chave que define um Battlefield de qualquer outro jogo — a física do motor gráfico — que nos presenteia com movimentos bastante previsíveis. Porém, ficou de fora a experiência háptica visto que não existe a opção de gatilho adaptativo.

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Este novo jogo incluiu alguns dos detalhes que marcaram os dois últimos títulos da série, além de novas funcionalidades que os jogadores irão ter oportunidade de jogar a partir de amanhã. Os especialistas fazem parte desta nova abordagem da Digital Illusions, que acaba por remover parcialmente as classes, introduzindo arquétipos destas classes mas sem as limitações de armamento e de tipologia. Specialists, ou especialistas (em português) são nada mais, nada menos que personagens editáveis e totalmente programáveis a gosto.

Algo que ficava sempre para trás e que causava alguma frustração entre a comunidade era o facto de algumas classes estarem limitadas a armas pouco competitivas, no entanto, com a adoção de um sistema de especialistas, a capacidade efetiva dos jogadores ficou mais desbloqueada com acesso a novos recursos e à criação de personagens únicos com as armas que necessita para os momentos mais importantes. Disto faz parte também a alteração do loadout no campo de batalha — algo épico que apenas acontece em mapas sandbox — personalizando carregador, mira, cano e suporte para a arma.

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Julgo que o receio que persistia na comunidade em relação aos especialistas prendia-se com o facto de limitar os jogadores a um sistema bastante mais simples, mas também eliminando um feito conseguido com Battlefield 5, a personalização total dos personagens que se perde pelo facto de sermos obrigado a escolher um especialista da lista de disponíveis pela equipa. Contudo, para evitar repetições imediatas, o seu esquadrão irá ser formado por elementos com especialistas diferentes (cada um).

Problema resolvido com relação ao antecessor foi o time-to-kill (TTK) e o bullets-to-kill (BTK) que sofreram alterações significativas para melhorar a experiência das armas de fogo. Tornou-se mais prazeroso fazer uma morte (dentro de jogo) pois o equilíbrio entre estes dois rácios foi bem sucedido. Recorde-se que Battlefield 5 teve vários problemas de desiquilíbrios entre este dois rácios dificultando ainda mais os receios de parte da comunidade na sua experiência de jogo.

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Tudo isto reunido fizeram de Battlefield 2042 uma experiência única no seio da comunidade gaming, ainda para mais com matchmakings rápidos o suficiente para nunca perdermos a imersividade proporcionada pelo jogo. A inclusão de bots entre os jogadores (quando as partidas não conseguem reunir os 128 jogadores) foi bem consguida não tendo notado em momento algum a diferença entre estes dois participantes (jogadores ou bots). Parece que a inteligência artificial já reune vários anos de experiência.

Outro aspecto relevante foi a inclusão de cross-play que trouxe também aspetos positivos e outros talvez negativos. O primeiro aspeto positivo é o facto de podermos jogar com amigos de outras plataformas sem termos de estar limitados às escolhas uns dos outros, no entanto, por outro lado, em alguns mapas, as consolas perdem para os jogadores de PC em determinados combates com os jogadores de PC a levar a melhor. Battlefield é um jogo em que o aim-assist é bastante fraco, sobretudo se comparado com Call of Duty, pelo que existem situações em que as desvantagens são claras.

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O motor gráfico ainda necessita de melhorar em alguns aspetos para chegar aos calcanhares daquilo que foi conseguido em Battlefield 5, no entanto, como mencionamos, o equilíbrio alcançado vale sem dúvida a pena. Julgamos que vários dos problemas que advêm das novas melhorias ao motor estarão ligados a problemas com os servidores — que têm afetado inúmeros jogadores em diversas plataformas, nomeadamente, em PC — mas achamos que isto pode ser facilmente resolvido no futuro com atualizações como a desta quinta-feira.

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Qualidade gráfica

Battlefield tem sido sempre um excelente exemplo de como um jogo pode ser tão real como um filme. Battlefield 2042 trouxe mapas muito vastos com uma diversidade de biomas incrível e com um detalhe digno de ser reconhecido, pelo menos, ao nível das texturas do chão, pequenos arbustos e árvores. Os edifícios apresentam de forma inteligente formas bastante retilíneas o que diminui a pressão gráfica no processamento geral do jogo.

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Particularmente no caso da PlayStation 5, tivemos oportunidade de jogar a 60 fps estáveis (não notamos qualquer queda de frames), no entanto, temos conhecimento que em alguns PCs têm existido problemas persistentes de quedas ocasionais — também não é caso para menos, visto que estamos a falar de um jogo que até ao momento tem estado em “acesso antecipado”, a primeira versão final em contato com o público. Foi realmente uma surpresa termos encontrado tão poucos problemas numa plataforma PlayStation (dado o historial da EA para com esta plataforma).

Aquilo que ficou mais presente foram alguns dos problemas mencionados no capítulo “Jogabilidade” com relação a animações implementadas que parecem ser um retrocesso em relação ao título anterior. A estabilidade dos servidores também foi um tema questionável ainda para mais com a presença de alguns problemas ligados ao surgimento de bugs de spawn numa determinada partida (tornando alguns servidores em algo fantasma e de reunião de jogadores descontentes no chat).

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Normalmente, a campanha serve para avaliar de forma consistente o aspeto gráfico de um jogo, mas com a ausência de um modo campanha em Battlefield 2042 ficamos limitados à resposta dos servidores da DICE e da EA que já estão sobe pressão pelo facto de terem passado para o dobro dos jogadores numa partida num mapa substancialmente maior do que outros presentes na série.

Compreendemos a opção da Digital Illusions não incluir 120 fps, no entanto, ainda temos esperança que com futuras otimizações, seja incluído, nem que seja, em 1080p com algumas reduções mínimas da componente gráfica. Seria interessante jogar a este nível, ainda para mais quando temos uma plataforma que o permite. Enquanto isso não acontece tem sempre uma solução que ajuda a melhorar o desempenho de experiências de jogo a 60 fps, o aumento do field-of-view (o campo de visão do jogador), que ao ser aumentado permite uma amplitude maior para ver aquilo que o rodeia — fundamental num jogo online, em particular, num jogo de tiro em primeira pessoa.

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Veredito

No geral, a Digital Illusions CE merece uma salva de palmas ao ter arriscado no desenvolvimento de uma fórmula tão complexa para o desenvolvimento de um novo jogo. Isto é reflexo de inúmeras críticas durante os últimos anos que pressionaram a equipa para um desenvolvimento atempado dos seus projetos não considerando meramente o lucro, mas o bem estar de uma comunidade que mantém esta indústria em funcionamento. Funcionou? Talvez, ainda precisa de algumas melhorias de estabilidade que estamos convictos que venham a aparecer no futuro próximo.

Em matéria de gráficos, o objetivo foi cumprido com sucesso — é algo que a equipa prima desde sempre, comparativamente a Call of Duty — no entanto, ainda existem coisas que devem ser melhoradas, nomeadamente ao nível da jogabilidade (em que jogos anteriores conseguiram superar a experiência deste jogo no nível técnico). Ao nível de funcionalidades, este jogo incluiu algumas das mais caóticas e diversas features que um first-person shooter poderia ter. É a prova que o trabalho conjunto de várias ideias, conceitos e estúdios trás vantagens incomparáveis.

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Posto isto, e atendendo a tudo o que foi dito ao longo do artigo, finalizamos a nossa análise a este jogo que se mostra bastante promissor e pensado para um futuro (que pode ser bem aproveitado). O jogo final demonstra melhorias significativas face aquilo que foi o título apresentado durante a beta (e não é estranho) pois tinha um atraso de dois ou três meses fase ao desenvolvimento do mês em que foi lançada. Acabou por servir como um teste de stress aos servidores do jogo. Este jogo encontra-se disponível em três versões: edição padrão (para PS4) por 69,99€bundle cross-gen (para PS5 & PS4) por 79,99€, a edição gold por 99,99€ e a edição ultimate por 119,99€.

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