Tenho um iPhone 12: Valerá a pena comprar um iPhone 13?

Independentemente de quem é que pergunta, a resposta pode variar muito. No entanto, já sabemos que os produtos da Apple costumam ser um sucesso de vendas e, certamente que estes não serão diferentes.

É verdade que são produtos novos, com melhorias, mas tendo em conta o preço do equipamento há sempre uma coisa que vem ao de cima? Vale a pena comprar o novo iPhone 13? Neste artigo iremos tentar ajudar a responder a esta pergunta, tentando colocar alguns pontos de vista variados e de quem pergunta, par ao tentar ajudar a escolher a melhor decisão, sem, obviamente, deixar de falar dos pontos positivos e negativos dos novos iPhones.

Você tem o iPhone do ano passado? Nesse sentido, vamos colocarmos do ponto de vista de consumidores distintos e tentar perceber se faz, ou não, sentido fazer o upgrade e, obviamente, gastar a partir de 729€ num smartphone, e que poderá chegar aos 1859€ na variante e versão mais cara.

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Tenho um iPhone 12: Valerá a pena comprar um iPhone 13?

Serão estes utilizadores onde a dúvida até poderá ser maior. Será que um smartphone com, no máximo, um ano, já merecerá ser substituído? E resposta óbvia é não, no entanto, obviamente que não mandamos na sua carteira.

A questão que pensamos sempre quando verificamos se faz sentido fazer um upgrade é se ao gastarmos um respetivo valor por um smartphone, após um ano as novidades e inovação valem a pena repetir o gasto. Obviamente que haverá sempre novidades e inovações nos mais variados sentidos, mas gastar outra vez, 729€ num smartphone após um ano? Comecemos pelas novidades.

Ecrã

Uma das grandes novidades é logo no ecrã, que cnta com mais brilho que o antecessor, de 800 para 1000 nits nas versões iPhone 13 Pro e iPhone 13 Pro Max, mas a adição do suporte ProMotion, que permite uma taxa de atualização variável entre os 10 e os 120 Hz, é a grande novidade que está presente apenas

Design

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Aqui as diferenças são muito substanciais, já que o equipamento é muito parecido, inclusive mantendo o memso estilo recto que o antecessor. Aliás, se seguíssemos a nomenclatura anterior, certamente que este novo iPhone 13 é mais um iPhone 12S, que normalmente mantinha o mesmo design e apenas verificávamos alterações de maior no hardware e nas câmaras (tal e como como acontecer com o novo iPhone 13).

Hardware

Aqui podemos ter muito por falar, mas quero generalizar alguns aspetos de hardware, como o caso da bateira, que a Apple afirma que serão bem mais interessantes, obviamente que como ainda nenhum meio de comunicação publicou os respetivos testes, temos de acreditar no que a empresa nos fornece.

Ora, segundo a Apple, o iPhone 13 mini e o iPhone 13 contam com um aumento de duas horas na autonomia, de 15 para 17 e de 17 par 19, respetivamente. Por seu lado, o iPhone 13 conta com 22 horas, quando o antecessor tinha 17, e o iPhone 13 Pro Max conta com 28 horas, quando o modelo do ano passado oferecia 20 horas. Ora, apesar de o iPhone 13 Pro Max ser o mais surpreendente, maior autonomia é sempre bom.

Outro fator importante é um novo processador, o A15 Bionic. Curiosamente, e ao contrário do que costuma acontecer, a Apple não divulgou comparações do seu processador com antecessores, no entanto já surgiram algumas informações sobre isso, e num sentido que ainda fica mais estranho a própria Apple não os ter divulgado.

É que os testes do Geekbench, via iDropNews, conseguiram um resultado de 14216 pontos no iPhone 13 Pro, um aumento de 55% em relação ao iPhone 12 Pro que obteve 9123. Até o iPhone 13 obteve 10608, também superior ao melhor iPhone 12.  Ora, com um resultados destes, porque é que a Apple não o divulgou no evento, tal como costuma fazer? Estranho sem dúvida, por isso teremos de esperar pelos primeiros testes de desempenho divulgados pela imprensa especializada.

Câmaras

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É neste aspeto de hardware que há mais inovações. Apple afirmou mesmo que o iPhone 13 e o iPhone 13 mini têm o mais avançado sistema dual-camara de sempre da empresa, enquanto o iPhone 13 Pro e Pro Max as três câmaras mais poderosas de sempre. Mas tendo em conta que eles lançam um smartphone por ano e são sempre topo de gama, não ficamos surpreendidos com esta afirmação.

No entanto, a verdade é que no iPhone 13 verificamos dos melhores inovações que a Apple tem feito na área das câmaras. Ora, todos os novos iPhones 13 têm muito melhores câmaras, que captam muito mais luz e são sensores melhores e maiores, o que permitem fotografias com muito melhor qualidade. Aliás, a Apple não aumentava o principal sensor de câmara desde o iPhone XS e XR, em 2018, a não ser no iPhone 12 Pro Max do ano passado, que já oferecia o mesmo aumento.

Resumindo, a Apple colocou o mesmo sensor principal em todos eles (sendo que ainda não sabemos que sensor é este especificamente) com a referência que os novoso iPhones 13 conseguem capturar 47% mais luz do que o iPhone 12, a mesma diferença que a Apple referiu no ano passado sobre o iPhone 12 Pro Max.

No entanto, o iPhone 13 Pro e Pro Max têm um sensor ainda maior e mais rápido, com uma abertura f/1.5 que captura 2,2 vezes mais luz do que antes, sendo que o tamanho do pixel é de 1.9μm, o que neste sentido é maior do que praticamente dos os smartphones (ou mesmo todos já que não me lembro de ver esta características noutro smartphone). Por exemplo, o iPhone 12 Pro Max tinha 1,7μm.

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Quanto à ultra-wide do iPhone 13, a Apple diz que tem um sensor mais rápido e melhores detalhes em fotos com pouca luminosidade, sem revelar pormenores de hardware. Mas no iPhon e13 Pro e Pro Max, a Apple foi amis específica, indicando que aumento a abertura para f/1.8 aumentendo a capacidade de captar luz em 92%, sendo que este sensor também é usado para macro, até 2cm.

Quanto ao sensor telephoto, que é exclusivo nos dois modelos do iPhone 13 Pro, a Apple aumentou a distância focal para 77mm, três veze mais do que o sensor principal, sendo que o iPhone 12 Pro oferecia zoom 2x, enquanto o 12 Pro Max ia até aos 2,5x. Isto, obviamente estamos a falar em zoom ótico. Este sensor também ganha o modo noite, o que permitirá fotos incríveis, sem dúvida.

em relação ao vídeo, a Apple adicionar um modo cinematic, que permite selecionar o focus ou a profundidade no pos-processamento, tal como o modo Desfoque que utilizmaos em fotos. Obviamente que em vídeo, isto permite impressionar, adicionando que os modelos iPhone 13 Pro permitem gravar e editar vídeo com o codec da Apple no próprio iPhone, o que quer dizer que poderá exportar o resultado para edição no final Cut Pro, no seu Mac.

Obviamente que, apesar de especificações impressionantes quando comparado com o antecessor, não são assim tão impressionantes quando comparado com o mercaod Android, no entanto, o que é importante é o resultado final da fotografia e vídeo e, nesse aspeto, a Apple apesar de não ser o melhor, está entre os melhores. Obviamente, que esperamos pelos resultados dos primeiros testes, neste âmbito do DxOMark, mas os anteriores modelos sempre obtiveram bons resultados, colocando-se sempre no top 10.

iOS

Não considero que o sistema operativo seja imperativamente melhor do que o Android, apesar de obviamente ter aspetos positivos e negativos e, quando me pergunta qual é o melhor, é a resposta que dou neste texto: o ideal é ir a uma loja e experimentar os dois e perceber o que gosta mais (além de que isso é conversa para outro artigo). Mas, vou já dizer que, no atual momento, utilizo um Samsung Galaxy S20 Ultra e nunca tive um iPhone como meu, apenas utilizando para testes.

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O que importa saber é a viabilidade do iOS e nisso, a Apple é exímia e dá 10 a zero à Google, em Atualizações e segurança (mais uma vez, vou falar na Apple e não no Android). Uma grande vantagem da Apple é as atualizações dos seus equipamentos.

A Apple garante que os seus equipamentos têm atualizações durante vários anos da mais recente versão do sistema operativo, sendo que é normal vermos equipamentos que foram lançados há quatro anos (e às vezes até mais) a receberem a última versão do sistema operativo. Ora, isto é único no mercado e sem dúvida que a Apple faz isto muito bem. Além disso, em termos de atualizações de segurança, ainda são mais uns anos, sendo que dou o exemplo do meu iPad air, de 2013, com 8 (oito!) anos. Obviamente que já não recebe atualizações do iOS, sendo que parou no iOS 12, mas uma nota importante: quando chegou ao mercado tinha o iOS 7. Isto, significa que teve 5 atualizações de sistema operativo. Mas de referir que ainda recebo atualizações de segurança.

Será que a Google faz 5 atualizações de Android nos seus próprios smartphones?

Então e o que falta no iPhone 13?

Uma coisa que costumo dizer é que a Apple quando adiciona uma novidade de hardware funciona e funciona bem, sendo esse um dos principais motivos porque algumas novidades chegam primeiro ao Android e apenas um ou dois anos depois chegam aos iPhones. No entanto, o sensor de impressões digitas é uma grande falta.

Não percebo porque é que a Apple ainda não decidiu colocar um sensor de impressões digitais nos seus iPhones, após ter retirado o TouchID quando adicionou o FaceID e o notch, para aumentar o tamanho do ecrã. Mas, certamente que já está na altura. Nomeadamente quando, numa época Covid em que necessitamos de suar mascaras, termos de tirar a mascara para o iPhone nos reconhecer não faz sentido, já que nunca utilizei tantas vezes o meu PIN de desbloqueio do smartphone.

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Mesmo que, por algum motivo (possivlemente económico, pois o custo desta tecnologia ainda deverá ser elevada), a Apple já deveria ter arranjado uma solução para o sensor de impressões digitais. Até porque há muitos equipamentos Android que, mais uma vez, inovaram, mas não podendo colcoar o sensor sob o ecrã (mais uma vez, possivlemente, por questão de custos), colocaram no botão de ligar/desligar na lateral do equipamento, o que é uam solução muito interessante.

Então porque é que a Apple não o faz nos iPhones? Será que ainda não consegue? Ahhh, espera… o iPad mini tem o sensor de impresões digitais no btão de ligar/delsigar na lateral… Anunciado no mesmo evento do iPhone 13.

Sinceramente, não percebo…

Vale a pena comprar o novo iPhone 13?

Ora, aqui está a grande dúvida e a resposta para um milhão de euros vai para… o Não. Mas não é um não definitivo, pois, mais uma vez, não mandamos na carteira de ninguém e, sem dúvida, que o novo iPhone traz novidades muito interessantes.

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No entanto, tendo em conta que o iPhone 12 lhe custou, no mínimo, 729€, um ano depois gastar o mesmo valor é uma investimento demasiado alto. É verdade que os iPhones vendidos como usados têm um valor alto, mas mesmo que venda com uma desvalorização de 30% a 40%, o valor a dar continua a ser alto.

Por isso, considero que o preço não justifica a compra de um iPhone 13 para quem já tem um iPhone 12, já que as inovações são boas, mas não são imperativas. Obviamente que se tiver um modelo mais antigo, poderá fazer mais sentido, nomeadamente se for um iPhone X ou anterior, até porque há uma coisa que é sempre importante, o iOS.

O sistema operativo é que traz grande parte das novidades e já sabemos que a Apple tem uma excelente política de atualizações, sendo que os seus equipamentos costumam ter atualizações durante muitos anos, por isso é que quando se tem um equipamento mais antigo começa a fazer sentido. Já namorei várias vezes um novo iPad para substituir o meu iPad de 2013.

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