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Home/Análises/Análise Samsung Galaxy Z Flip 4: review ao smartphone dobrável para todos
Análises

Análise Samsung Galaxy Z Flip 4: review ao smartphone dobrável para todos

Bruno Peralta
Bruno Peralta
29 de Agosto de 2022 9 Min Read

Há muitos especialistas da área que têm apontado os smartphones dobráveis como o futuro, e a verdade é que se tem feito grandes progressos neste segmento, apesar de ainda poucas marcas terem apostado a sério nos smartphones. E se é verdade que os primeiros dobráveis a concorrÊncia esteve melhor, a verdade é que o amadurecimento da tecnologia por parte da Samsung tem permitido criar melhores produtos e a nova geração dos dobráveis acbaa por demonstrar que, realmente, pode mesmo ser o futuro dos smartphones.

Neste artigo encontras:

  • Especificações
  • Design e hardware
  • Software, desempenho, e bateria
  • Câmaras
  • Veredito: Samsung Galaxy Z Flip 4

Mas ainda há muito por fazer (e convencer) para que isso acontecer, mas a verdade é que, sem dúvida, que, esquecendo a minha necessidade de trabalho que tende para o Galaxy Z Fold 4, o Galaxy Z Flip 4 é, claramente o melhor dobrável do mercado pensado para as massas. E, a Samsung, que considera que já encontrou os dois estilos do mercado, tem feito melhoramentos e o Galaxy Z Flip 4 é, finalemnte, um smartphone dobrável para ser levado a sério.

Segue-nos no Google News

A Samsung teve algumas gerações para ajustar a sua abordagem, no entanto, e com o Z Flip 3 do ano passado já estávamos a ver um aparelho pronto para se levar a sério no mercado. Agora o Samsung Galaxy Z Flip 4 agarrou aquele bastão e está apenas a saltar a toda a velocidade, pronto para convercer os consumidores.

Especificações

  • CPU: Snapdragon 8+ Gen 1
  • Ecrã: 6,7″ 260 x 512 120Hz OLED primário, 1,9″ 2316 x 904 na tampa OLED
  • RAM: 8GB
  • Armazenamento: 128GB, 256GB, ou 512GB
  • Bateria: 3,700mAh
  • Sistema operativo: Android 12 (OneUI 4.1.1)
  • Câmara frontal: Câmara de 10MP f/2,4 furos (80˚ FoV, 1.22μm pixels)
  • Câmaras traseiras: 12MP f/1.8 grande angular (83˚ FoV, OIS, 1.8μm pixels), 12MP f/2.2 ultra largo (123˚ FoV, 1.12μm pixels)
  • Conectividade: 5G (inc mmWave), LTE, Wi-Fi 802.11 a/b/g/n/ac/ax, Bluetooth 5.2, NFC
  • Dimensões: 71,9 x 84,9 x 17,1mm dobrado, 71,9 x 165,2 x 6,9mm desdobrado, 187g
  • Cores: Roxo, Grafite, Rosa Gold, Azul

Design e hardware

Para a segunda geração do Z Flip 3 (lembre-se, a Samsung passou directamente do Flip para o 3, saltando directamente para o 2), a Samsung pegou no esquema básico e implementou algumas melhorias muito bem-vindas, incluindo um ecrã externo muito mais útil e maior. Comparado com esse dispositivo, porém, o Samsung Galaxy Z Flip 4 parece positivamente contido nas suas alterações, e pode facilmente confundi-lo com o Flip 3 facilmente.

Mas isso é bom, porque este é um design realmente agradável. Embora haja sempre espaço para melhoramentos, com o tempo fico cada vez mais agradado com a sua utilização.

O Galaxy Z Flip 4 parece um bonito smartphone padrão com um ecrã de 6,7 polegadas quando desdobrado. Mas graças ao trabalho da Samsung em ecrãs OLED dobráveis e à engenharia impressionante que foi introduzida neste design de dobradiças, o Flip 4 dobra-se como um telefone Motorola antigo fazia. Essa descrição parece tão simples, mas são todas as pequenas escolhas feitas na realização desse design que contribuem para tornar o Flip 4 tão bem sucedido como ele é.

Apesar da orientação oposta da série Samsung Galaxy Z Fold possa ser mais agradável para alguns devido ao ecrã maior e ao seu aumento de produtividade, a maioria dos utilizadores vai ver o Flip como o equipamento ideal e mais acessível. No final do dia, este continua a ser um smartphone “normal”, apenas um que muda de forma quando não se está a utilizá-lo.

Então, como é essa experiência de mudança de forma, afinal? Este ano, a Samsung dá à dobradiça do Flip um desenho modificado, e embora haja todo o tipo de alterações internais, o resultado é uma dobradiça que é muito menos proeminente do que nas gerações anteriores. Quando totalmente aberta, apenas um fino par de linhas que se estendem pelas costas do telefone “traem” a sua natureza.

A acção da dobradiça é razoavelmente rígida, e não vai estar a abrir este telefone com uma só mão. Embora isso diminua um pouco o factor nostálgico aqui, parece necessário dado o foco da Samsung em modos de utilização semi-abertos, como os oferecidos pela sua câmara. A rigidez permite que a dobradiça permaneça no lugar em quase todos os ângulos definidos, e isso é provavelmente um compromisso razoável, especialmente tendo em conta outras preocupações de engenharia.

O que funciona muito bem é fechar o telefone. Embora provavelmente não o consiga fazer num movimento suave, é suficientemente fácil fechar o Flip 4 com apenas uma mão.

Muito tem sido dito sobre a espessura do Flip quando fechado, e não há como negar que é grande, mas em contrapartida é garantido que cabe em qualquer bolso das calças.

Quanto à durabilidade, o design é apelativo, é divertido de usar, e não creio que o preço seja demasiado alto, já que vai ao encontro da concorrência e desta gama. Até agora, tive zero problemas, mas este também não é o tipo de problema que se espera que se manifeste durante as primeiras semanas de utilização (o que seria preocupante). De longe, o meu maior receio é danificar o ecrã, e embora haja um protector de ecrã instalado de fábrica, há sempre o risco de danos relacionados com as dobras. Não sei se é uma consequência dos materiais, ou da forma como se guarda o telefone dobrado no bolso, mas este ecrã é um íman de sugidade, algo que também reparei que acontece com o Vivo X80 Pro. Preocupa-me que seja apenas uma questão de tempo até que algumas partículas mais abrasivas acabem por se infiltrar no ecrã.

O ecrã interno é de novo uma componente de 120Hz 1080p este ano, mas a grande preocupação acabava por ser o vinco do ecrã. Está lá, é algo com que todos os dobráveis têm de lidar, mas será que isot é um problema? Não é.

A Samsung sabiamente coloca o telefone com um papel de parede escuro por defeito, porque o vinco está realmente muito perto de ser invisível contra um fundo preto. Com um ecrã branco, no entanto, o vinco começa a tornar-se cada vez mais visível quanto maior for o seu ângulo de visão para o ecrã. Quanto mais para cima ou para baixo, mais o vinco se destaca.

No entanto, como tudo, o vinco incomudará dependendo da utilizçaão. Se tiver de jogar excessivamente na área do vinco, provavelmente irá incomudar, mas acredito que, no geral, acabará por se esquecer.

Passando por todo o hardware dobrável, ainda há muitas coisas boas a acontecer com este aparelho. O ecrã de cobertura deste ano não é realmente diferente do Z Flip 3, e o ecrã compacto de 1,9 polegadas ainda oferece um acesso conveniente às notificações, ao mesmo tempo que serve de visor para a câmara do telefone. De toda a sua funcionalidade, considero o suporte de notificação o mais útil, embora possa ser frustrante como não verá as mesmas opções accionáveis que quando interage com as notificações no telefone aberto. Além disso, o acesso rápido à lanterna também é muito útil.

Software, desempenho, e bateria

Tenho realmente de reconhecer à Samsung que a empresa conseguiu desenvolver um interface Android que é imediatamente reconhecível como seu e oferece flexibilidade e personalização suficientes. E, apesar de algumas situações comrpeensíveis, não são do meu grado. Umas deleas é ter muito mais Bixby do que alguém realmente quer, senod que o que gosto menos é o botão que deveria ser de energia, ser para a Bixby.

O multitasking também está disponível, mas considero o ecrã demasiado pequeno para isso, ao contrário do Galaxy Fold que, esse sim, vale a pena. Felizmente, que a separação entre as apps, cai exatamente na área do vinco.

O modo Flex volta como opção nos Labs, alterando o comportamento da metade inferior do ecrã quando o telefone está parcialmente dobrado. Algumas aplicações, como o YouTube, oferecem uma interface personalizada, dividindo as coisas entre o vídeo em cima e os comentários em baixo. Outras permitem utilizar a metade inferior como superfície de controlo, com definições de acesso rápido e a capacidade de agir como um touchpad.

Se há áreas bem exploradas são estas opções. Ok, é verdade que, num flip, que é que realmente vai suar isso? Mas não deixa de ser bem pensado e integrado neste equipamento.

A Samsung equipa o seu mais recente Z Flip com 8GB de RAM, o que parece adequado. Poderia opções superiores, mas é suficiente. As opções de armazenamento começam em 128GB, e este ano recebemos um novo nível de 512GB para os utilizadores mais exigentes. O poder de processamento conta com o mais recente Snapdragon 8+ Gen 1 topo de gama.

Uma das grandes críticas ao Z Flip 3 generalizada foi a duração de bateria, sendo que, agora, a Samsung apostou num aumento da sua capacidade, dos 3300 mAh par aos 3700  mAh. E, não sei se é apena spor causa do aumento, a verdade é que a duração da bateria é suficiente para um dia inteiro, como considero obrigatório (e o mínimo) em qualquer smartphone.

Felizmente, a Samsung também adicionou um melhoramento do sistema de carregamento rápido, dos 15W para os 25W. É verdade que, quando comparação com a concorrência, a própria Samsung deve ficar corada, mas não deixa de ser uma grande evolução. Também conta com carregamento sem fios.

Câmaras

Poderemos dizer que por este preço as câmaras são medianas. Conta com um par de câmaras de 12MP na parte de trás (um 83˚ f/1.8 wide-angle primary com OIS, e um 123˚ f/2.2 ultra-wide), mais uma câmara de 10MP no topo do ecrã principal. Em comparação com a última geração, a Samsung orgulha-se da maior sensibilidade à luz deste pacote de câmaras, mas aqui a concorrênvia está bem à frente.

Embora a configuração de duas lentes não seja tão flexível como se poderia ver noutros equipamentos da própria marca, com que frequência é realmente necessário tirar partido dessa macro-câmara, ou do zoom periscópio? Realmente, o Flip 4 tem tudo a ver com o uso conveniente e casual, e é muito divertido ser capaz de puxar o telefone para fora, tirar uma foto rápida, e voltar a dobrá-lo para o bolso.

Talvez as melhores partes da experiência da câmara Flip 4 sejam as formas como o telefone tira partido do seu ecrã externo. Nem sequer é necessário desdobrar o smartphone para tirar algumas selfies com as câmaras principais de alta resolução, e mesmo neste modo limitado pela interface do ecrã táctil oferece uma quantidade adequada de controlo.

Naturalmente, a capacidade do corpo dobrável do Samsung Galaxy Z Flip 4 de agir essencialmente como o seu próprio suporte abre uma tonelada de opções. Talvez mais do que isso, este é o tipo de capacidade que realmente acrescenta à sensação de que os dobráveis são mais do que apenas um gimmick ou uma demonstração tecnológica, e auemtam as possibilidade. BAsta imaginar que, será muito mais fácil de colocar o smartphone numa superfício e tirar uma foto no modo noturno de grande qualidade (já que não o estamos a segurar com as nossas tremidas mãos).

Não há como negar: as câmaras não são topo de gama, nem são uma grande atualização, mas são as necessárias. Não terá a mesma qualidade de fotografia que o Galaxy S22 Ultra, mas também não é esse o objetivo da Samsung (nem pode ser de quem compra este smartphone).

Veredito: Samsung Galaxy Z Flip 4

Os smartphones dobráveis são a tendência do memento e não há dúvidas que é um mercado que é claramente liderado pela Samsung, também por falta de concorrência. Se é verdade que no mercado chinês ainda há alguma concorrÊncia série, no resto do mundo a única fabricante que além coloca alguma coisa é a Huawei… Que, infelizmente já teve melhores tempos no mercado de smartphones.

Mas voltando ao Galaxy Z Flip 4, considero que a Samsung chegou ao ponto de maturação da tecnologia e, sem dúvida, começamos a ter um equipamento que vai convencer os consumidores de que, os dobráveis podem (mesmo) ser o futuro.

Quando aberto, parece realmente um smartphone normal. Quando dobrado, fica com um tamanho bom para colocar no bolso, e não nos esqueçamos da nostalgica dos telefones antigos.

O equipamento está à venda por 1.149€ e se há pouco tempo pensaríamos que é um preço absurdo, a verdade é que todas as marcas têm sido obrigadas a aumentar os prçeos, já que tudo tem aumentado. A diferença é que no caso do Galaxy Z Flip teremos acesso a uma tecnologia diferente e inovadora, mas que já está madura o suficiente.

Pros

  • A tela de cobertura é super útil
  • Grande suporte de actualização de software
  • Desempenho de alto nível
  • Dobrável

CONS

  • A vida útil da bateria ainda pode usar um impulso
  • A espessura dobrada tem habituação

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Bruno Peralta

Bruno Peralta

Fanático de tecnologia e fã do Android, mas com consciência que a Apple revolucionou vários mercados. Quem me conhece, sabe que estou sempre à procura de notícias sobre tecnologia.

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