Foi lançado o livro “No Limiar da Autodeterminação da Inteligência Artificial?”

Foi lançado o livro “No Limiar da Autodeterminação da Inteligência Artificial?” da APDSI que constituiu um grupo de missão cujo objetivo é desenvolver reflexões e pensamento estratégico sobre o futuro da Sociedade da Informação (SI). Antecipar mudanças, “desenhar” cenários de futuros alternativos no domínio da SI é, assim, um espaço de aprendizagem coletiva ajudando a APDSI a preparar as suas recomendações e a melhorar a capacidade de influenciar as políticas futuras no domínio da SI.

Partindo do conhecimento passado e presente importa analisar tendências, novas ideias, acontecimentos expectáveis – disruptivos ou não – e fontes de informação relevantes capazes de gerar matéria-prima para a configuração de cenários futuros da SI.

Em junho de 2016, o mesmo grupo apresentou e publicou o trabalho “O Aprofundamento da Era Digital – Um Cenário para 2030”.

O cenário que agora se apresenta decorre também das metodologias, discussões e debates então havidos durante a construção daquele estudo. Como é natural num trabalho deste tipo, recorreu-se a escritos de diversos autores, trabalhos que estão indicados na secção Referências Bibliográficas.

Neste sentido, este trabalho deve ser visto também como um alerta para um futuro que pode ser mesmo muito diferente daquilo que o nosso pensamento “linear” nos sugere que venha a acontecer.

O Grupo de Missão da APDSI apresenta agora um novo cenário “No Limiar da Autodeterminação da Inteligência Artificial?”, que decorre de uma leitura mais extrema do que se considerou aquando da sua reflexão sobre o Cenário de Continuidade.

Considerando o plano das incertezas críticas referidas aquando da elaboração do cenário de continuidade, o atual cenário de eventual Autodeterminação da Inteligência Artificial, a que o Grupo denomina também de Cenário Disruptivo (CD), contrasta com o primeiro, na medida em que se partiu da hipótese de que a forma como as incertezas associadas às mudanças de contexto e às mudanças tecnológicas desenvolvidas e usadas pelo Homem serão extremas, podendo, por isso, causar grandes impactos disruptivos a todos os níveis da vida em sociedade.

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