Quando o Youtube se transforma no Farmville das criptomoedas

Quando se trata de polémica, o Youtube parece surgir, nas últimas semanas, em lugar de grande destaque, tendo mais ou menos responsabilidade nisso. De acordo com a Trend Micro, citada pela BBC, foram analisadas as queixas manifestadas nas últimas semanas por parte de alguns utilizadores de Youtube no Twitter, segundo as quais os anti-vírus detectavam a mineração de criptomoedas.

O resultado remeteu para anúncios apresentados pelo Youtube e não a plataforma da Google em si. Segundo adiantaram os especialistas à BBC, os responsáveis pelo anúncio aproveitavam-se do sistema de anúncios DoubleClick, da Google, para exibir o banner mal-intencionado para quem visitava o YouTube a partir de países como França, Japão, Espanha e Itália.

De acordo com aquela fonte, a publicidade exibida no YouTube minerava a criptomoeda Monero. Ainda segundo a publicação, em 90% dos casos, o anúncio continha o JavaScript Coinhive, conhecido justamente por permitir esse tipo de mineração encapotada. Nos outros 10%, ele utilizava um JavaScript privado de mineração, o que poupava o pagamento de taxas de 30% por parte dos responsáveis pelo Coinhive.

O mais complicado de tudo isso é que ambos os scripts empenhavam nada menos do que 80% da capacidade do processador da máquina.

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