Youtube Music: serviço de música do Youtube será lançado na próxima semana

 

O Youtube irá lançar um serviço de streaming de música na próxima semana. A Google quer utilizar a sua popular plataforma de vídeos para se tentar infiltrar no mercado em crescimento de streaming de música neste momento dominado pela Spotify, Apple e Amazon.

O nome do serviço será Youtube Music, e, assim como no Spotify, terá duas possibilidades: uma versão gratuita com base em anúncios e uma versão paga mensalmente sem publicidade e com outras vantagens associadas. A versão paga do serviço custará $9.99 por mês.

Já existe data de lançamento

O Youtube Music será lançado no dia 22 de Maio, a próxima terça-feira. Terá ligações directas com o Youtube, como por exemplo playlists geradas a partir da história de utilização do Youtube.

O Google Play Music, eventualmente, deixará de existir

Por agora, o Google Play Music continuará a funcionar. Porém, o objectivo é eventualmente concentrar toda a atenção e recursos em apenas uma plataforma de streaming: que será a Youtube Music.

A concorrência já se está a ressentir

O simples anúncio da Google representou perdas de dois pontos percentuais na quinta-feira de manhã para A Spotify e para a Pandora.

“A Google tem uma vantagem na medida em que o Youtube tem mais do que um bilião de utilizador e visualizadores. Então, tem oportunidades de converter alguns deles em ouvintes da Youtube Music ou subscritores premium,” disse Ali Mogharabi, analista da MorningStar Research citado pela Reuters.

Um mercado em crescimento

As receitas do streaming de música tornaram-se maiores do que as vendas de CDs e de versões digitais pela primeira vez em 2017, de acordo com a Federação Internacional da Industria Fonográfica. O crescimento deste mercado tem sido sustentável e tudo indica que a tendência será de crescer ainda mais.

Ainda não há Portugal nem Brasil na lista

O serviço será lançado dia 22 de Maio nos Estados Unidos, Austrália, Nova Zelândia, México e Coreia do Sul. Mais países serão adicionados ao longo das próximas semanas, mas ainda não existe qualquer indicação de quando será a vez de Portugal ou Brasil.

Fonte: Reuters

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