WhatsApp: saiba quais os dados que a app armazena na Europa

Depois de o WhatsApp ter expressado a sua vontade em aplicar a nova política de privacidade, apesar de já pertencer ao grupo de empresas do Facebook desde 2014, os utilizadores da plataforma começaram a mostrar-se bastante preocupados com a forma como os seus dados pessoais estavam a ser utilizados. 

Neste momento a empresa está a redefinir o que partilhará com o Facebook, e pede aos utilizadores que se informem e esclareçam dúvidas junto de fontes fidedignas e não acreditem em correntes de spam ou títulos de tabloides. De salientar que, na União Europeia, devido ao RGPD, as informações dos utilizadores estão bastante protegidas, não obstante a Política de Privacidade da plataforma divergir consideravelmente fora do espaço europeu.

Assim, o WhatsApp esclarece que partilha com “entidades do Facebook”:

  • O nickname ou nome do utilizador;
  • O número de telefone do utilizador;
  • Endereços de IP utilizados;
  • Diversos dados relativos aos dispositivos móveis do utilizador.

“O WhatsApp tem de receber ou recolher algumas informações para que possa funcionar, fornecer, melhorar, compreender, personalizar, apoiar e publicitar os nossos Serviços, inclusive no momento em que instala, acede ou utiliza os mesmos”, pode ler-se na versão europeia da Política de Privacidade do WhatsApp.

Na União Europeia o utilizador que recusar os novos Termos de Serviço do WhatsApp não verá a sua conta eliminada nem desativada, mas, fora do espaço europeu, tal acontece.

A Irlanda tem, no entanto, investigações a decorrer sobre outros aspetos dos negócios do gigante da tecnologia, incluindo reclamações registadas em maio de 2018 pela organização de direitos de privacidade da UE sem fins lucrativos, noyb, sobre o chamado “consentimento forçado”. Em maio de 2020, a Data Protection Commission (DPC) disse que uma investigação separada estava em fase de tomada de decisão – mas até agora não confirmou o envio de um projeto de decisão para revisão.

Resumidamente, e apesar de tudo o que tem sido publicado sobre o modo de atuação da aplicação, para o utilizador em Portugal, graças ao RGPD, nada muda.

Fonte: TechCrunch

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