Volkswagen quer produzir um carro elétrico que venda a menos do que 20 mil euros

A Volkswagen pretende vender carros eléctricos que possam competir com a Tesla. O objectivo é produzir carros com um valor de venda menor do que 20 mil euros.

O objectivo é produzir este carro na Europa. Mais concretamente, reconvertendo três fábricas alemãs para a produção de eléctricos. Perante alguns discursos mais alarmistas que falam da “extinção” da indústria automóvel na Alemanha, a Volkswagen procura reinventar-se e atacar o novo mercado dos eléctricos.

O que sabemos até agora?

Por agora, o nome deste modelo da Volkswagen é “MEB Entry”, que deverá ser um nome provisório. O objectivo é atingir um volume de produção de 200.000 veículos. Para atingir estes propósitos, correm rumores que a Volkswagen estará a desenvolver parcerias com a SK Innovation, que produz bateria eléctricas, e com a marca rival Ford.

Numa altura em que as cidades europeias estão a apertar cada vez mais as regulações aos carros a diesel, as marcas de automóveis procuram novas estratégias para se readaptarem aos novos tempos. Este facto é especialmente verdadeiro para a Volkswagen, que ainda não se libertou da sombra do escândalo das emissões diesel adulteradas.

Transferir a produção de carrinhas a diesel para uma fábrica na Turquia… da Ford?

Para conseguir libertar capacidade de produção nas fábricas alemãs, é possível que a Volkswagen “peça ajuda” aos rivais da Ford. Estes acordos entre marcas tradicionalmente rivais são, na realidade, cada vez mais numerosos.

Este acordo poderia implicar a translação da produção de algumas carrinhas, como a T6, para outras fábricas. Em cima da mesa estará uma fábrica na Turquia da Ford.

O acordo entre as duas marcas poderá vir a ser mais extenso. A Volkswagen e a Ford estão em conversações para expandir a sua aliança na produção de carros autónomos e eléctricos. Só o tempo dirá no que é que estes acordos consistirão, e se serão a solução para se adaptarem ao mercado dos automóveis que se encontra em rápida transformação.

Fonte: Reuters

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