Vídeos violentos e pornografia na Internet incomodam jovens

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DRA maior parte dos jovens europeus, com idade entre os nove e os 16 anos, que participaram no estudo europeu “EU Kids Online”, associam os riscos da Internet a vídeos violentos ou pornográficos.

O estudo, que abrange 25 países europeus, incluindo Portugal, foi divulgado na data em que se assinala o Dia Europeu da Internet Mais Segura.

Para os jovens entrevistados, os portais de partilha de vídeos como o Youtube, as redes sociais e os videojogos são uma verdadeira fonte de incómodo. Num total de 9.904 respostas, 32 por cento dos rapazes e das raparigas inquiridos revelaram que consideram os portais de partilha de vídeos como as plataformas de maior risco para encontrar imagens violentas ou pornográficas no universo virtual.

As reações perante estes conteúdos diversificam-se: a maior parte dos inquiridos referiu sentir medo (54%) perante a violência e repulsa (59%) perante a pornografia.

Os inquiridos também responderam a questões sobre as redes sociais, como o Facebook. De acordo com os resultados, 48 por cento dos jovens associa-lhes riscos relacionados com questões de conduta e 30 por cento com o estabelecimento de contactos.

O estudo mostra ainda que, no caso das redes sociais, são principalmente as raparigas que revelam uma maior sensação de risco, sendo igualmente elas que valorizam as questões de conduta e de contactos através da rede. Já os rapazes estão mais atentos à violência e pornografia.

Apesar de terem uma menor expressão neste estudo, surgem ainda neste inquérito respostas relativas a conteúdos ligados a temas como a automutilação, suicídio, distúrbios alimentares, drogas, racismo e publicidade.

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