Usar apenas o cérebro para comunicar é possível

A notícia é recente porque se trata dos resultados de uma nova investigação científica que prova que é possível comunicar apenas com os cérebros. Contudo, nas últimas décadas já se tem descoberto muito sobre este assunto. Mas centremo-nos neste estudo que certamente é uma alavanca para o que há-de vir.

Ligando apenas um cérebro ao outro, quase como que se falasse numa internet de cérebros, foi possível comunicar usando somente a atividade elétrica dos mesmos.

Três participantes encontravam-se em salas distintas. Havia uma instrução que era dada, recorrendo a sinais magnéticos. O objetivo era os três indivíduos colaborarem num jogo do tipo Tetris. Dois participantes enviavam sinais – eram os emissores e um recebia os sinais – era o recetor. Os participantes emissores estavam ligados a eletroencefalógrafos. Para enviarem a mensagem bastava focarem num flash de luz a determinada frequência. As diferentes respostas surgiam em resposta às diferentes frequências. Através de estimulação magnética transcraniana, o impulso magnético era enviado ao participante recetor. Quando havia confusão/ interferências criadas propositadamente pelos investigadores, os recetores também ficavam confusos.

Na fim da investigação científica, cinco grupos foram alvo de estudo e obtiveram uma eficácia a completar a tarefa do jogo de 80%. A rede chamada de “Brainet” permitiu concluir ainda que os recetores identificavam e seguiam as instruções mais confiáveis.

A comunicação direta cérebro a cérebro como já dissemos não é total novidade.

O cérebro humano é um copiador “nato” desde o momento em que nasce. O primeiro impulso do nosso cérebro é fundir-se com o da nossa mãe (“A Ligação”, de Lynne Mc Taggart, 2013). As ondas elétricas dos dois cérebros – mãe e filho ressoam, têm picos e depressões ao mesmo tempo, quando estão juntos.

Quando duas pessoas fazem coisas juntas com um propósito comum, a sinalização elétrica dos cérebros de ambas sincroniza-se. As frequências ressoam em conjunto.

Numa importante série de estudos do Instituto de Ciências Noéticas em Petaluma, na Califórnia, descobriu-se que quando um membro de um casal mandava intenções e pensamentos de cura ao seu parceiro com cancro, muitos processos psicológicos (ondas cardíacas, condução de impulsos nas pontas dos dedos, fluxo sanguíneo, respiração…) começavam a imitar-se uns aos outros em ambos os parceiros.

Fonte: Pplware

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