UPS usará Drones para entregar medicamentos

A UPS em parceria com a Matternet irá entregar suplementos médicos através de quadricópteros M2 ao Hospital WakeMed, em Raleigh, Carolina do Norte.

Supervisionado pela Administração Federal da Aviação e pelo Departamento de Transporte da Carolina do Norte, será no início, um trajeto de cerca de 20Km e com cargas até cinco quilos, que é o peso que os drones da Matternet poderão suportar.

Para melhor conseguir entender este processo de transporte, eis uma explicação do mesmo:

De acordo o programa WakeMed, um profissional médico irá colocar num pequeno contentor no drone, por exemplo uma amostra de sangue, de uma das instalações próximas da WakeMed. Cumprindo uma trajetória de voo pré-determinada, o drone voará monitorado remotamente por um piloto especialmente treinado para este serviço, até á plataforma de aterragem principal do hospital WakeMed e no laboratório de patologia central. Este programa entre a UPS, Matternet e o hospital WakeMed será como uma experiência e aprendizagem para que os drones sejam considerados uma melhoria nos serviços dos transportes noutros hospitais e instalações médicas.

A Matternet já havia realizado na Suiça, em parceria com a Mercedes-Benz, uma experiência parecida a esta, de entrega feita por drones.

O interessa da UPS é principalmente usar os drones para entrega de produtos de saúde, e já fez uma parceria com a vacina sem fins lucrativos GAVI e a Zipline em 2016, para fornecer amostras de sangue a locais remotos em Ruanda. E na Suiça, a Matternet diz já ter completado mais de 3.000 voos para sistemas de saúde.

As entregas realizadas por drones está a tronar-se um assunto polémico, de previsões feitas de que o céu uma dia estará cheio de drones com pacotes, mas este sistema de entregas ainda está em fase inicial, e irão percorrer um longo caminho até que o obstáculo representado pelas regulamentações do espaço aéreo, permitam as empresas o lançamento dos seus serviços comerciais.

No entanto existem reguladores que continuam a lutar pelos direitos das mesmas, para que empresas como a Matternet operem drones à noite, além da linha visual de um piloto e em áreas densamente povoadas

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