Trump lança novo ataque à Apple

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O presidente dos Estados Unidos da América lançou um novo ataque à Apple. Segundo o presidente a empresa recusava-se a desbloquear iPhones utilizados por assassinos, vendedores de drogas e outros crimes.

William Barr, um advogado da América acusou a Apple de não ajudar numa investigação a um tiroteiro que foi tratado como uma ataque terrorista. Esta é a última noticia de uma serie de situações entre a empresa Apple e a Casa Branca sobre o acesso à informação que a Apple detêm.

Trump acusa a Apple não cooperar com os investigadores apesar da sua administração ter ajuda a empresa em alguns assuntos. O comentários do presidente aconteceram um dia depois de William Barr ter partilhado que a Apple não providenciou assistência a desbloquear dois iPhones. Esses iPhones iriam ajudar substancialmente na investigação do tiroteio que aconteceu na Florida. Três marinheiros foram mortos um individuo abriu fogo na base no dia 6 de Dezembro.

A Apple rejeita a ideia que a empresa não deu ajuda na investigação afirmando que as respostas aos pedidos efectuados desde o ataque ainda em processo.

Esta não é, no entanto, a primeira vez que a Apple tem atritos com o governo americano. Em 2015, após um grande tiroteio na Califórnia, onde 14 pessoas morreram e 22 ficaram feridas, a Apple recusou-se a dar acesso ao iPhone do atirador. O governo americano acabou por pagar cerca de $1m para se desenvolver um software que consiga descodificar a encriptação dos aparelhos.

As várias disputas já existentes vêm mostrar os desentendimentos entre a empresa de tecnologia e as agências que enforçam a lei. Por um lado a encriptação dos telemóveis serve para proteger a privacidades dos utilizadores, por lado esta situação causa grandes transtornos para os investigadores de crimes.

Numa situação onde outros valores e variáveis se levantam fica-se por se encontrar uma solução para este e outros problemas similares.

Fonte: BBC

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