Três associações querem que o Governo utilize software livre e open source

As questões em torno dos dinheiros públicos levantam sempre grandes desentendimentos, e a quantidade de dinheiro que o Governo português gasta anualmente em licenças de software não é excepção. Actualmente o Governo português utiliza softwares comerciais pagos quase na totalidade dos serviços públicos, o que representa mais de uma centena de milhões de euros gastos só em licenças.

As associações Associação Ensino Livre (AEL), a Associação Nacional para o Software Livre (ANSOL) e a Associação D3 – Defesa dos Direitos Digitais juntaram-se ao movimento que visa a regulamentar uma lei que obrigue o governo a utilizar software gratuito em todos os sectores públicos. Entre estes softwares encontram-se o próprio sistema operativo Windows, os editores da Microsoft Office, sistemas de facturação e gestão e entre muitos outros.

Mas para além da questão financeira, o movimento ao qual as associações aderiram, foca também nos pontos da segurança. Ao ser utilizado unicamente softwares open source o país teria controlo total sobre todos os sistemas. O movimento criou uma carta aberta que pode ser assinada por todos os cidadãos.

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