Siza Vieira defende “estímulos certos” para a cobertura total do país com tecnologia

O ministro de Estado, da Economia e da Transição Digital considerou que é preciso encontrar “os estímulos certos” para que haja investimento que assegure toda a cobertura territorial de redes tecnológicas. A notícia foi difundida pela agência Lusa.

Para que haja investimento público ou coinvestimento para a cobertura total do país de tecnologias digitais, o governante afirmou que “é preciso criarmos as melhores condições, por um lado, para que os investimentos por parte das operadoras de telecomunicações sejam aqueles que, por si só, são capazes de assegurar a resposta de mercado”.

Siza Vieira sublinhou que, “já no passado, o Governo foi capaz de apoiar alguma cobertura de algumas regiões menos densamente povoadas”.

“Acho que é preciso continuarmos a mobilizar-nos para encontrar os estímulos certos para que o investimento apareça para assegurar a cobertura territorial e da nossa população através destas novas tecnologias digitais”, acrescentou.

Siza Vieira ministro da Economia
Siza Vieira ministro da Economia

O plano de ação de transição digital que o Governo aprovou em fevereiro deste ano “visa precisamente apoiar as nossas pessoas a estarem mais capacitadas nas tecnologias digitais, as nossas empresas integrarem melhor as tecnologias digitais nos seus processos e na sua atividade e a nossa administração pública também a fazer o salto para o século XXI”, apontou.

“Temos neste momento muitas empresas com grau de maturidade digital muito elevada, temos muitas áreas da administração pública em que o nível de utilização das tecnologias digitais compara muito positivamente com as suas congéneres europeias e o talento dos portugueses tem sido reconhecido, designadamente através de um conjunto muito grande de empresas internacionais” que se têm instalado em Portugal, acrescentou.

Em agosto, o .PT, responsável pela gestão do domínio de topo português .pt, atingiu “um total de 6.843 novos registos diretos em .pt”, o que corresponde a uma subida de 35% em termos homólogos e “mostra a preocupação dos portugueses em se adaptarem num contexto de pandemia”.

Dos novos registos em .pt, “mais de 50% são empresas de restauração e de serviços domésticos, ginásios e projetos de solidariedade social – muitos dos quais sem qualquer presença na Internet, antes da pandemia”.

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