Sistema de informática da EMEL volta a falhar, mas as multas…não!

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O ex-presidente da CDS, Manuel Monteiro habitualmente coloca o seu veículo na garagem. Mas, foi alertado que o acesso para as garagens estaria inacessível durante alguns tempo por causa de obras camarárias.

Cheguei a casa e, mea culpa, estacionei cá fora sem me lembrar de pôr o ticket do parquímetro”, confessa Manuel. Para tentar localizar o seu veículo, enviou uma mensagem para o número 3838 com a palavra “reboque”, bem como a sua matrícula. E, a resposta não tardou em chegar “A viatura não se encontra em nenhum parque. Dirija-se à esquadra da PSP mais próxima”. Por descargo de consciência, antes de enviar sms para a EMEL, o ex-presidente do CDS telefonou para a Polícia Municipal, onde asseguraram que o seu veículo não tinha sido rebocado. De acordo com o site da EMEL, o sistema “é transversal a todas as forças de segurança”, portanto deveria identificar qual foi a entidade responsável: PSP, EMEL ou Polícia Municipal de Lisboa.

Como não sabia onde estava o seu veículo, Manuel fez uma participação de roubo do carro. Mas, o agente insistiu para voltar a ligar a EMEL no dia seguinte. Afinal, o seu veículo estava no parque de reboques. “Claro que fiquei contente com a notícia mas, ao mesmo tempo, indignado pela falta de coerência em todo este processo… O que me indigna não são os 40 euros, mas sim a incompetência de um serviço que, no final, é responsabilidade da Câmara de Lisboa”.

A PSP garante que existem falhas no sistema da EMEL e a situação do ex-presidente do CDS não é um caso isolado.

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