Samsung vai mesmo apresentar telemóvel dobrável ainda este ano

Afinal de contas, a Samsung está a planear apresentar um telemóvel dobrável ainda este ano. Segundo uma reportagem da CNBC, o CEO da Samsung, DJ Koh, terá sugerido que este telemóvel será apresentado na conferência de produtores anual da empresa em Novembro.

Koh reconheceu que este dispositivo mistério tem sido “complicado” de desenvolver. Há rumores que indicam que o telemóvel se chamará Galaxy F, e estará na linha Galaxy Note.

Esta sugestão contradiz uma reportagem recente que indicava o adiamento deste dispositivo

Recentemente, tinham surgido noticias que indicavam que a produção deste telemóvel teria sido adiada por tempo indeterminado. A Samsung, devido a problemas de produção em massa dos ecrãs dobráveis, teria decidido adiar a produção deste novo modelo. Esta notícia, que citava funcionários da empresa na Coreia do Sul, indicava que até à data da publicação não haviam quaisquer planos imediatos para uma produção em massa dos novos ecrãs.

Agora, o CEO da Samsung indica que este telemóvel poderá ser lançado em breve

Agora, é o próprio CEO da Samsung a sugerir que o telemóvel será apresentado em Novembro. Não indicou se esta apresentação incluirá lançamento, ou seja, se entrará logo no mercado, ou se apenas será apresentado um protótipo do que está a ser desenvolvido.

Em todo o caso, é o culminar de muitos anos de trabalho da Samsung em tecnologia de ecrãs dobráveis. O primeiro protótipo destes ecrãs foi apresentado há 6 anos, em 2012. Desde ai, a Samsung tem vindo a desenvolver estes ecrãs para diversos tipos de utilização. Um deles, é a utilização num telemóvel que se consiga dobrar.

Não é a única empresa com “planos dobráveis”

A Samsung tem vindo a destacar-se nos seus planos, porém, há mais empresas que querem apresentar dispositivos com ecrãs dobráveis. A Lenovo está a trabalhar em telemóveis e tablets dobráveis, assim como a Microsoft tem planos para dispositivos Surface com dois ecrãs que dobrem.

Resta aguardar por mais notícias.

Fonte: CNBC

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