Samsung nega acusações de trabalho infantil mas introduz mudanças nas fábricas

A Samsung vai introduzir novas medidas nas fábricas fornecedoras da China, após acusações de exploração de trabalho infantil, prontamente negadas pela gigante coreana que afirma seguir uma política de “tolerância zero”, em casos de trabalho infantil.

A história remonta a setembro, altura em que foram tornados públicos, pela organização não-governamental “Child Labor Watch”, alguns problemas nas condições de trabalho das fábricas chinesas fornecedoras da Samsung. Entre eles  estaria a exploração de trabalho infantil.

Ora, há bem pouco tempo, a sul-coreana negou as acusações, refugiando-se nas  auditorias conduzidas pela própria, que nada encontraram que justificasse as acusações.

A empresa decidiu, no entanto, e com base nas inspeções que tiveram como objetivo garantir que as práticas desses fornecedores estavam em conformidade com as leis e os padrões de conduta da empresa, alterar as condições de trabalho nas fábricas.

Entre as novas medidas que a multinacional quer ver aplicadas em todas as empresas supervisionadas (105 no total de 65 mil trabalhadores) até 2014, está a inclusão de controlos de identidade mais rigorosos. A gigante coreana irá também rever a política de horas extras.

Até ao final do ano, mais 144 empresas fornecedoras serão auditoradas. O conjunto de resoluções tomadas pela Samsung pode ser visto aqui.

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