Reduzir pirataria criaria mais de 4 mil postos de trabalho

Red Magic 3S

Estes resultados são de acordo com um estudo da Universidade Católica, que uma redução de 10% da pirataria até 2016 criaria mais emprego e receitas fiscais para o Estado.

O estudo foi noticiado pelo DN, que indica que a taxa de pirataria de Portugal é de 40%, o que significa que 40% do que detemos no computador é material pirata. Com esta percentagem elevada, as empresas portuguesas não investem em software, devido à elevada percentagem.

O estudo chegou à conclusão que, se até 2016 fosse reduzido 10% da pirataria, poderia ser criados até 4244 postos de trabalho e, com a criação de novas empresas, um aumento fiscal de 320 milhões de euros.

Mas o estudo também indica que a percentagem de pirataria não tem aumentado nos últimos anos, apesar de a crise ser um impulsionador da pirataria, como já está a acontece na Grécia e em Espanha.

8 COMENTÁRIOS

  1. Nada tendencioso este estudo. Considerou com certeza o numero de empresas que iria falir se tivesse que pagar os preços escandalosos do software que utilizam…
    Sou parte interessada em que todo o software seja todo aquirido e não pirateado, mas não preciso de estudo nenhum para saber que significaria claramente desemprego, contas feitas às poucas empresas que seriam criadas vs as muitas que desapareceriam !

  2. sem duvida que com a pirataria a procura desses productos nas lojas torna-se menor, no entanto é complicado obtermos aquilo que queremos sem pagar bem caro, estou de acordo que há que pagar o esforço dos trabalhadores que o fizeram, o problema é que a grande maioria da população nao ganha o suficiente para suportar tal custo, é como tudo na vida, quando há falta de dinheiro a taxa de assaltos aumenta, pode-se comparar isto com a pirataria.

  3. nada tendencioso este portal !!!!

    Só falta ter uma reposta, do tipo:
    …é obvio que, sendo do interesse de todos que as opiniões passem por um processo de aprovação necessáriamente “complexo” e por inerência demorado, poderão haver casos em que as refereidas opiniões poderão não ser publicadas em tempo util.

    Que obviamente gerará uma nova contestação, do tipo:
    …principalmente as negativas

  4. É realmente brilhante fazerem esse tipo de estudo e chegarem a uma conclusão tão magnifica como 40% de material pirateado nos computadores. Gostaria então de saber quem veio fazer essa averiguação, porque dos 5 computadores que possuo, nenhum deles foi “visto” por entidade nenhuma. Fazem o estudo a partir do que se saca da Internet do ISP português? Se os preços estabelecidos não fossem tão criminosos de certo que as pessoas começariam a comprar o que necessitam. Ás vezes a redução de alguns preços levaria a mais lucro, mas os defensores da honra e da verdade, (falsos moralistas), só sabem dizer que pirataria é ilegal e “ta mal porque sim”. Eu próprio compro realmente o que necessito, o que é fútil, saco, e saco com clara consciência de que o estou a fazer porque não estou para ser roubado. Em altura de cinto apertado e calças e os próprios boxers, deixem-se la de estudinhos que não levam a lado nenhum, porque dizer que acabar com a pirataria traria postos de trabalho e receita para o estado é, na minha opinião, totalmente disparatado. (Crença à português)

    • Concordo contigo Pedro.
      Acho que se houvesse a possibilidade de aceder a conteúdos de forma mais barata que pelo menos tanta gente não se arriscaria na pirataria.
      Eu sou daqueles que estou eternamente à espera que chegue um serviço como a Hulu ou Netflix a Portugal para pagar cerca de 7/10 euros por mês mas ter direito a centenas de filmes e séries em qualidade decente.

  5. Basta ver a quantidade de software que se usa que é feito em Portugal… Normalmente apenas o software de contabilidade, e mesmo esses já começam a ter alternativas não pagas.
    Uso Linux e recomendo, por isso todo o software que uso é legal.

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