Presidente da Fiat afirma que desejo da Apple em fabricar carros é doentio

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Há anos que o rumor paira sobre a indústria, mas nos tempos mais recentes tem ganho forma: a Apple encontra-se a desenvolver um automóvel elétrico.

Caso se realize esta será a manobra mais arrojada da empresa em toda a sua história. Apesar de ter entrado com sucesso em novos campos de negócio a indústria do automóvel reveste-se de particularidades e desafios ímpares e que a companhia nunca enfrentou anteriormente. Sobre este tema, e aproveitando a aura do Salão do Automóvel de Genebra o Presidente do Grupo Fiat fez declarações polémicas sobre o arrojo do projeto.

O projeto do Apple Car tem sofrido avanços significativos apesar de ter perdido a equipa técnica principal e de o designer Jony Ive não se encontrar satisfeito com os resultados atingidos até ao momento neste campo. A empresa encontra-se apostada em colocar a força máxima no projeto do automóvel elétrico. Ainda esta semana várias notícias apontavam a compra de um armazém de 9 mil metros quadrados em Sunnyvale (Califórnia) como o local onde o Apple Car irá ser desenvolvido.

Enquanto os fãs da Apple estão intrigados com esta aposta da sua marca preferida na indústria do automóvel, líderes e executivos da área automóvel têm classificado o eventual sucesso da Apple Car como questionável. O Presidente do grupo FCA (Fiat Chrysler Automobiles) Sergio Marchionne recomendou a Apple a manter-se afastada da indústria dos automóveis. Caso a empresa descida avançar, o italiano recomendou a associação com um fabricante experiente do que tentar a sua sorte de forma solitária.

De acordo com a perspetiva de Sergio Marchionne, a conjugação de esforços com uma marca de automóveis ajudaria a Apple a enfrentar muitas das dificuldades da complexa atividade da indústria dos automóveis. As declarações revestiram-se de alguma polémica quando afirmou «se têm urgência no fabrico de um automóvel, recomendo que se acalmem e deixem passar a excitação» indo mais além com um «as doenças surgem e desaparecem, e recuperamos delas, não são letais».

Fonte: REUTERS

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