Portugueses compram mais na Internet

O comércio on-line parece ser a grande tendência atual no que ao comportamento dos consumidores nacionais diz respeito. Os portugueses estão a comprar mais pela Internet, registando-se um aumento bastante significativo no comércio eletrónico face a 2011, com taxas que em alguns casos ultrapassam os dois dígitos.

Esta é a conclusão de uma sondagem feita pela Associação Comércio Electrónico  e Publicidade Interactiva (ACEPI) que realizou inquéritos a algumas das mais representativas empresas do setor em vários ramos de atividade. De acordo com os dados fornecidos pela ACEPI, 57 por cento dos sites inquiridos afirmou ter aumentado o volume de vendas face ao período homólogo do ano transato. Ainda, 65 por cento referiu que o número de clientes que efetua compras no seu site cresceu e três em cada dez  afirmou que esse crescimento foi acima dos dois dígitos percentuais.

Dados que permitem concluir que “o comércio eletrónico continua a resistir à crise económica e a afirmar-se cada vez mais como um espaço fundamental para o desenvolvimento e crescimento das empresas portuguesas. Os portugueses estão a comprar e a vender cada vez mais no online», afirma o presidente da ACEPI, Alexandre Fonseca.

Os resultados do Barómetro da ACEPI/Netsonda são relativos ao 1º trimestre de 2012.

Compras móveis

Também as transações utilizando terminais móveis, como smartphones tablets, estão em progressivo crescimento em toda a Europa. A consultora Forrester analisou o mercado e chegou à conclusão que nos próximos cinco anos os europeus vão comprar 11 vezes mais produtos e serviços através do telemóvel, isto sem contar com aplicações e toques de telemóveis, nem com os sistemas de pagamento que usam tecnologia NFC.

No total, em 2017 vão ser gastos 19,2 mil milhões de euros em aquisições com dispositivos móveis. Os números previstos para 2012 não ultrapassam os 1, 7 mil milhões de euros.

A Forrester admite que em 2017 quase metade dos utilizadores de telemóveis e tablets vão fazer compras através destes dispositivos. A maioria das aquisições vai ser de baixo valor e relacionada com produtos físicos, como livros, música e filmes.

À cabeça dos maiores compradores da Europa Ocidental está o Reino Unido, seguido pela Alemanha.

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