Portugal: Samsung continua líder, mas Xiaomi e Oppo crescem muito

O mercado de smartphones voltou ao movimento que nos tinha habituado antes da pandemia, mas com claras alterações. Para começar, um anota positiva que tem a ver com o crescimento em relação ao ano passado, com um aumento de vendas de smartphones de 10%, num total de 703 mil smartphones vendidos no terceiros trimestre de 2022.

Obviamente que este aumento é justificável com a pandemia, já que no ano passado estávamos em plena pandemia que, obviamente, limitou as compras por parte dos consumidores.

Mas as notícias são boas para grande parte do top 5, com claro destaque para a Samsung que continua a liderar o ranking e teve um claro crescimento, vendendo mais 289,1 unidades, mais de 78 mil smartphones, o que é um aumento muito bom, obtendo, agora 41% do mercado, em vez dos 33% do ano passado. Mas há mais fabricantes que podem “festejar”.

Começando pela Xiaomi, que tem um dos melhores crescimentos e consolida o segundo lugar do ranking, com um total de 168,6 mil smartphones vendidos, muito superior aos 56,1 mil vendidos em 2020, e coloca-se com 24% de mercado. Em terceiro lugar está a Apple, com 13% do mercado e também reporta um (pequeno) aumento das vendas, num total de 87,6 mil unidades.

No quarto posto está a Oppo, que lançou-se no ano passado no mercado e já está a morder os calcanhares à Apple. Neste trimestre vendeu 75,5 mil unidades, obtendo 11%, o que é um aumento em 10%, já que no ano passado tinha apenas 1% de quota de mercado.

Uma das fabricantes que perde é a TCL/Alcatel, que vendeu apenas 46 mil unidades, quando no ano passado tinha vendido 83,4 mil unidades, descendo dos 13% de quota para os 7%. Mas não é a única a perder, já que fora deste top 5, as vendas são de apenas 35,8 mil unidades e significa apenas 5% do mercado, quando no ano passado era de 32%. Ora, obviamente quem está neste grupo é a Huawei que vê a sua quota de mercado a baixar consideravelmente e já nem sequer aparece no top 5, quando chegou a ser líder de vendas no mercado nacional.

Os dados são revelados por Francisco Jerónimo, da IDC.

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