Pokémon Go não é terapia eterna contra o sedentarismo

É verdade que quando jogo saiu fez com que muita gente saísse de casa e diminuísse um pouco o sedentarismo na sua vida, mas isto é algo que não vai durar para sempre.

Foi realizado e publicado um estudo pelo British Medical Journal onde se concluíram dois aspetos importantes acerca deste jogo recordista, são eles:

– Diminuição do sedentarismo, mas sem ser de forma eterna, em indivíduos entre os 18 e os 35 anos de idade;

– Melhorias nas capacidades interpessoais de pessoas com problemas do foro psicológico.

Relativamente ao primeiro aspeto, ficou concluído com clareza que este jogo, nas primeiras 6 semanas após os utilizadores o instalarem e jogarem, há uma diminuição do sedentarismo nas suas vidas, mas que após essas ditas 6 semanas regressam ao seu estilo de vida anterior.

No entanto, não se tratando de uma mudança significativa, verificou-se um aumento de cerca de 1.000 passos por dia o que se reflete em cerca de mais 11 minutos de atividade diária. Fatores como idade, género, raça, peso, localização geográfica ou capacidade motora não influenciaram, em nada, os resultados do estudo.

Em oposição, foram registadas melhorias bastante significativas nas capacidades interpessoais dos indivíduos que fizeram parte do estudo e que sofriam de problemas do foro psicológico como por exemplo depressão, ansiedade e falta de autoestima. Este tipo de problemas foram, de alguma forma, postos de parte dando lugar a relações interpessoais antes inexistentes.

Resta-nos dizer que há que aproveitar enquanto este jogo vai tendo efeitos positivos nas pessoas e na própria sociedade, há que aproveitar o fato de ser um jogo recordista para melhorar aspetos menos bons da nossa sociedade.

Fonte: Engadget

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