Em pânico por esquecer o telemóvel? Se sim, sofre de Nomofobia

nomofobia

O termo nomofobia pode parecer estranho, mas saiba que é a designação para aqueles que ficam desesperados se não conseguirem usufruir das funcionalidades que o telemóvel oferece.

Portugal é dos países da União Europeia onde mais telemóveis existem por habitante. Os últimos dados oficiais, de março de 2012, davam conta que 88 por cento dos portugueses têm telemóvel, destes cerca de 62% jantam com o telemóvel na mesa e 19% levam-no para a cama.

Os distúrbios associados ao uso excessivo destes dispositivos podem causar angústia, desespero e nervosismo e isto é a nomofobia. O receio de ficar incontactável, não poder ver os mails e as atualizações das redes sociais a cada instante está na causa da patologia.

Nos casos mais graves, o simples facto de não ter rede pode despoletar um quadro de ansiedade. A psicóloga, Rita Nunes, revelou ao Jornal de Notícias que este cenário pode ser combatido se os utilizadores tiverem um “maior autocontrolo por parte de quem passa o tempo colado ao ecrã do seu telemóvel ou smartphone, estipular horários próprios ou até locais para a sua utilização”.

Segundo a especialista, as pessoas já estão de tal forma habituadas ao uso recorrente dos dispositivos que “se nos arriscarmos a uma desintoxicação, habilitamo-nos a sofrer os efeitos de uma espécie de ressaca … que pode chegar a ligeira taquicardia, falta de ar e dor de cabeça”.

 Se eventualmente se identifica com os sintomas e com cenário aqui descrito saiba que deve tentar contornar essa dependência, caso não consiga o aconselhável será procurar os especialistas que o podem ajudar.

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