O Xiaomi Mi 11 já chegou à Europa a começar em 749€

O flagship da Xiaomi, o Mi 11, já tinha sido anunciado e lançado no mercado chinês, no entanto, o modelo — que inicia a linha 11 — chegou ontem ao mercado europeu, na manhã de ontem. O Mi 11 concentra os seus esforços em manter a receita do modelo anterior mas com melhorias incríveis no ecrã, no processamento e até no som (graças a uma parceria com a Harman Kardon).

Este telemóvel é o primeiro a contar com o potencial do Qualcomm Snapdragon 888, o processador mais rápido alguma vez desenvolvido pela Qualcomm. Entre diversas marcas que irão contar com o CPU, a Xiaomi foi a primeira a “arriscar” e lançar logo o novo processador da linha premium da Qualcomm.

Avizinham-se tempos interessantes para ambas as fabricantes. Recorde-se que o Mi 10 já se encontrava em 15º lugar no ranking do Antutu Benchmark, onde o Mi 10T 5G se encontrava em 10º. O novo Mi 11 está, neste momento, em primeiro lugar.

Contudo, apesar do processador ser importante, outro grande destaque face ao antecessor é o novo ecrã. O Mi 11 conta com ecrã AMOLED de 6,81″ com brilho de 1.500 nits e 10 bits de cor, mas onde o grande destaque vai para a elevada resolução e performance. Este painel tem a capacidade de funcionar com uma taxa de atualização de 120 Hz (permitindo mais fluidez e menos cansaço para o olho humano) e uma incrível resolução máxima de 3.200 x 1.440 pixeís protegida pela nova gama Gorilla Glass Victus da Corning.

O Snapdragon 888 apresenta um performance 25% superior, no caso do processador e, no caso do chip gráfico, uma performance 35% superior ao do Snapdragon 865, usado no Mi 10. Desta vez, o modem 5G da Qualcomm já faz parte do processador, coisa que não acontecia com o anterior processador que necessitava de um controlador extra para ter acesso à rede 5G.

O novo Qualcomm conjuga, na versão básica, 8GB de memória RAM LPDDR5 operada a 3.200 mHz — mais recente inovação em matéria de memórias RAM para telemóvel —, além disso, graças à inclusão do modem X60 no processador, consegue processar bandas LTE e 5G, assim como, o promissor Wi-Fi 6e, Bluetooth 5.2 e a tecnologia contactless, o NFC — que tão controversa tem sido entre as fabricantes. Contrariamente aquilo que foi feito em outros anos, a Xiaomi apostou em lançar um único equipamento, onde as opções se resumirão a RAM e armazenamento interno — podendo chegar até aos 12GB de RAM e 256 de ROM UFS 3.1.

Quando falamos em matéria de fotografia e vídeo, a Xiaomi decidiu, desta vez, simplificar a fórmula. Ao invés de contar com quatro ou cinco câmeras como aconteceu com o Xiaomi Mi 10 e com o Mi Note 10. O Mi 11 inclui uma câmera primária de 108 MP wide-angle, uma câmera ultra-wide de 13 MP e uma câmera (com dupla funcionalidade) de 5 MP telephoto e macro. Por sua vez, a câmera frontal de 20 MP permite que tire incríveis fotografias de retrato como já acontecia com o Mi 10.

Segundo dados do DXOMARK, o anterior Mi 10 Ultra foi classificado como o terceiro melhor telemóvel em fotografia — 133 pontos —, já na fotografia de retrato, a pontuação é mais baixa (ao nível do Huawei Mate 30 Pro 5G) — 88 pontos. Ainda não existem dados específicos acerca do desempenho fotográfico do Xiaomi Mi 11, no entanto, pode-se esperar o melhor. Contudo, especulações à parte, o destaque mais curioso deve ser o sensor 5 MP telephoto e macro.

O modo noturno funciona em quase todas as câmeras, exceto com a lente telephoto. Visto que a câmera suporta 10 bits de cor, o modo noturno funciona em vídeos e com suporte para captura HDR10+, bem como uma variedade de outros recursos auxiliados por inteligência artificial. Para alimentar tudo isto, o modelo conta uma bateria de 4.600 mAh que não irá deixar ficar mal em matéria de autonomia.

O Mi 11 está disponível em duas cores no lançamento — Midnight Grey e Horizon Blue —, em que o modelo básico de 128 GB custará 749€, enquanto a variante de 256 GB custa 799€. A fim de incentivar o consumidor, a Xiaomi oferece ainda uma garantia de dois anos para o Mi 11 e um reparo gratuito do ecrã se deixar o telefone cair no primeiro ano em que o possuir. O Mi 11, ao contrário da tendência crescente de abandono do carregador na caixa do smartphone, o modelo vem um transformador de 55W, pelo que, não terá de o adquirir à parte.

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