O primeiro robô vigilante português já se apresentou ao serviço

Quem se deslocar até ao Centro Empresarial Lionesa, em Leça do Balio, pode ter uma surpresa: é que é nestes corredores que se encontra o primeiro robô vigilante do país.

O Robvigil, desenvolvido pelo Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores (INESC-TEC) do Porto, não pretende, pelo menos por enquanto, substituir a vigilância humana: a ideia é ser mais uma ferramenta ao serviço dos homens. Graças à visão térmica ou em alta definição e a 360 graus, o robô, supervisionado por agentes de segurança humanos, é um aliado precioso para a deteção de possíveis ameaças.

Se, por exemplo, um vigilante detetar a presença indevida de alguém num local, pode interpelá-la através do robô, recorrendo ao modo de teleconferência. Além disso, o robô de metro e meio permite aceder a um conjunto muito amplo de informações, como sensores de fumo, de gás metano ou CO2 e sensores de água.

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