O Dacia Bigster é um SUV de última geração a ser lançado até 2025

O Bigster Concept parece ser a nova abordagem da Dacia para a mobilidade elétrica. A fabricante do Grupo Renault tem vindo a desenvolver esforços para melhorar a sua qualidade dentro da segmentação do mercado, mas mantendo o preço competitivo que a torna conhecida. Este novo automóvel faz parte do plano de atingir o segmento C, como afirma Denis Le Vot, CEO da Dacia.

O modelo é um dos três previstos para lançar até 2025, para além do novo Sandero, o Logan e o Spring elétrico que serão lançados ainda este ano. Baseado na plataforma CMF-B — contruída de raiz pela Aliança Renault-Nissan-Mitsubishi — e contando com motorizações híbridas e até GPL. Este SUV de tamanho médio fica orçamentado e enquadrado na gama acima ao Dacia Duster, que já é considerado um segmento B.

O veículo foi mostrado durante a apresentação do novo plano estratégico da Renault — Renaulution — que decorreu ontem numa apresentação digital, onde foram traçadas metas para o futuro da construtora francesa, mostrados os novos planos para a mobilidade inteligente e sustentável, novos modelos das principais marcas, a nova imagem do monolugar da Alpine para o campeonato 2021, entre muitas outras coisas, incluindo o Dacia Bigster.

O Bigster da Dacia tem 4,6 metros de comprimento, contando com um design arrojado, mantendo alguns dos traços característicos da fabricante romena mas um novo logótipo a ser adotado (mais bonito, por sinal). O modelo conta com para-choques feitos de plástico reciclado e muitas outras vantagens do segmento C (ao nível da qualidade) e também ao nível da sustentabilidade. Esta foi “[…] a maneira da Dacia tornar o segmento C acessível, disponibilizando um veículo maior e mais capaz ao custo do que os compradores esperam de um segmento abaixo”, refere Denis Le Vot.

O responsável pelo departamento de design da Dacia, Alejandro Romanos refere que “[…] O Dacia Bigster Concept resume a evolução da fabricante. Essencial, com um toque interessante e espírito outdoor. Isto prova que o facto de ser acessível não se opõe à atratividade. Pelo menos na Dacia acreditamos que sim, e este veículo é a prova”. Este veículo também significa uma maior aproximação da Dacia à fabricante russa, Lada que pertence ao Grupo Renault.

A Dacia permanecerá Dacia, sempre a oferecer uma proposta confiável, autêntica e com a melhor relação custo-benefício para compradores inteligentes“, refere o CEO da Dacia numa tentativa de “tranquilizar” os consumidores que já se habituaram à presença desta fabricante no mercado e uma vez expandida a proximidade com a russa Lada. As duas marcas, Dacia e Lada, estão focadas em mercados diferentes, não havendo ainda planos anunciados para o mercado português (esta primeira que deverá chegar, mais cedo ou mais tarde com novos modelos), mas com a confiança da Renault em expandir-se para o Brasil.

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