O Android Pie ainda não acompanha a concorrência

Um ano decorreu e o Android Pie ainda não não tem a força que deveria ter. Só chegou a um quarto dos smartphones.

É certo que o ritmo de atualização já superou o do Android 8 mas ainda é muito baixo se compararmos com o iOS. Mais de 50 por cento dos iPhones um mês depois já se encontrava atualizada com o iOS 13. Números bem diferentes do Android 9 (Pie). A vantagem da concorrência é ser ela a única a produzir os equipamentos que constituem o sistema.

22,6 por cento é a taxa de smartphones abrangida até agosto pela versão do sistema operacional móvel Android, números dados a conhecer pela Google numa altura em que se ficou a saber que a Asus recuou na decisão de atualizar o Zenfone 4 para Android 9. A decisão foi tomada para com o intuito de salvaguardar o desempenho e a estabilidade do sistema.

O Android Pie traz consigo muitas novidades que fazem com que os seus utilizadores o aguardem com alguma ansiedade.

Recursos de inteligência artificial para otimizar o brilho do ecrã e da bateria, ferramentas de bem-estar digital como por exemplo aplicativos para gerir o tempo, adoção de gestos no botão Home virtual, configurações rápidas reprojetadas no ecrã de notificações, quando prime o botão ligar/ desligar surge a opção “captura de ecrã”, botão para confirmar a rotação do ecrã, otimização do uso da bateria, que se ajusta ao comportamento do seu utilizador para adequar a energia do dispositivo são alguma dessas novidades. Mas há mais: serviços e aplicativos com pouco uso acabam por ter, de forma automática, o consumo de energia minimizado.

Os aplicativos surgem tendo em conta o critério de relevância que os aplicativos têm para o utilizador. Os passos seguintes nas aplicações também são sugeridos de forma a simplificar e facilitar a vida do seu utilizador antevendo os passos que este têm que dar.

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