Niantic, desenvolvedora de Pokómen Go, levanta ação judicial contra grupo de hackers

Pokémon Go ainda é um sucesso, mesmo que o auge já tenha passado, o aplicativo ainda é o queridinho de muitas pessoas ao redor do globo. E por ser um sucesso, muitas pessoas tendem a tentar embarcar nesse barco e ganhar alguma coisa com isso. Afinal, o jogo gera uma boa quantia de dinheiro, assim ninguém quer perder a oportunidade.

Logo, vemos os inumeráveis outros jogos, fraudes, bots maliciosos e aplicativos semelhantes ao Pokémon Go que tendem a se aproveitar do sucesso. Mas dessa forma, o jogo original tende a perder dinheiro por causa dessa concorrência, e como ninguém quer perder dinheiro, medidas são tomadas.

E a desenvolvedora de Pokémon Go, a Niantic, tomou uma grande medida, e entrou com uma ação judicial contra um grupo de hackers que supostamente ajuda os jogadores a trapacear.

Como relatado no Business Insider, a Niantic abriu um processo contra Ryan “ElliotRobot” Hunt, Alen “iOS n00b” Hundur e 20 outros membros do Global ++. Que é nada mais do que uma “associação de hackers”, a qual está sendo acusada de fazer e distribuir o “PokeGo ++”, uma versão “não autorizada” versão derivada “do Pokémon Go.

A Niantic

A Niantic alega que o aplicativo não apenas infringe os direitos de propriedade intelectual do desenvolvedor, mas também dá aos jogadores uma vantagem injusta sobre aqueles que jogam de maneira justa também.

O Gobal ++ também é acusado de lucrar com versões não autorizadas do outro jogo de realidade aumentada da Niantic, o Ingress, e acredita-se que já tenha produzido o Potter ++, que também ajudará os jogadores a trapacear no próximo Harry Potter: Wizards Unite.

O novo jogo já está em testes beta na Austrália e na Nova Zelândia, e teme que o Potter ++ possa prejudicar as vendas de Harry Potter. Assim, a Niantic se viu obrigada e sem outra medida a não ser agir contra esse grupo de aproveitadores.

Enfim, os hackers desse tipo sempre irão existir. Claro que a pirataria sempre irá ser ilegal, mas alguns tipos são sempre mais prejudiciais do que outros. Os resultados deste processo ainda não está claro, mas as chances de que esse grupo sofra uma grande penalização é alta.

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