Na cidade inglesa de Milton Keynes os robots de entrega de compras são cada vez mais populares

A pandemia provocada pelo novo coronavírus, presente em quase todo o mundo, já fez mudar muitos aspetos do quotidiano e promete continuar a fazê-lo. E mesmo por entre os serviços que já existiam antes da covid-19, muitos atingiram um pico de popularidade a partir do momento em que as pessoas passaram a estar fechadas em casa.

É o que acontece na cidade de Milton Keynes, em Inglaterra, com os robots de entrega de compras a atingirem um pico de popularidade desde que começaram a ser tomadas medidas de distanciamento social.

Estes robots, fabricados pela empresa Starship já entregam mantimentos há mais de dois anos. Mas é agora, numa cidade mais vazia que nunca, que a sua visibilidade terá disparado.

De acordo com a agência de notícias Reuters, os dispositivos estão mais ocupados do que nunca. A procura por parte do público em geral aumentou e os robots estão também a fazer entregas gratuitas aos profissionais do Serviço Nacional de Saúde.

Chegam quase à altura do joelho de um adulto e assemelham-se a caixas de plástico brancas lisas montadas em seis rodas pretas. Os robots têm uma espécie de antena com uma pequena bandeira vermelha de modo a ser mais fácil localizá-los enquanto desempenham o seu trabalho diário.

Apesar de parecerem pequenos, têm um tamanho suficiente para armazenar várias sacolas de compras ou até garrafas. De acordo com Henry Harris-Burland, da Starship, o serviço para os profissionais de saúde, que diariamente dão o corpo às balas para tratar doentes e salvar vidas, é gratuito. “Queremos tornar a vida dessas pessoas um pouco mais fácil nestes tempos muito stressantes”, argumenta.

A Starship duplicou a sua frota de robots em Milton Keynes para 70 nas últimas três semanas e, segundo Harris-Burlan, foram totalizadas 100.000 entregas autónomas na cidade. A empresa quer continuar a expandir o serviço para que possa chegar a mais pessoas em breve, especialmente em tempos de confinamento devido à covid-19.

Fonte: Reuters

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