Motorola Razr Fold esmaga recordes: Entre os melhores smartphones na fotografia
Se me dissessem há dois anos que um smartphone dobrável estaria a morder os calcanhares aos topos de gama tradicionais no que toca à fotografia, eu provavelmente soltaria uma gargalhada cética. Historicamente, quem compra um “fold” aceita um compromisso: ganhas um ecrã incrível que se dobra, mas perdes na câmara. Pois bem, a Motorola acaba de mandar essa teoria para o lixo.
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O novo Motorola Razr Fold passou pelas mãos impiedosas dos laboratórios da DXOMARK e o resultado foi, no mínimo, um sismo no mercado mobile. Com uma pontuação estrondosa de 164 pontos, este dobrável não só conquistou o cobiçado Selo de Ouro (Gold Label), como saltou para o 8.º lugar do ranking global.
Estamos a falar de um dispositivo que bateu o Google Pixel 10 Pro XL e o todo-poderoso Xiaomi 17 Pro Max em performance pura de imagem.
O Segredo do Sucesso: Sensores Sony LYTIA e AI
A Motorola não poupou nas “armas” para este lançamento. O hardware é robusto, mas é a integração com o novo processador Snapdragon 8 Gen 5 que faz a magia acontecer. O sistema traseiro é composto por um trio de sensores de 50MP, onde o destaque vai para o sensor principal Sony LYTIA 828 — o maior alguma vez usado pela marca.
Mas não é só tamanho. A DXOMARK destacou a precisão da exposição e o alcance dinâmico. Sabe aquela foto contra o sol onde o céu fica branco e a pessoa fica escura? No Razr Fold, o processamento inteligente mantém o equilíbrio. Além disso, as cores têm a validação da Pantone, o que garante tons de pele naturais e realistas, fugindo daquele aspeto artificial e excessivamente saturado de outras marcas.
Zoom Periscópico: Finalmente um Dobrável que vê ao longe
Um dos pontos fracos crónicos dos dobráveis sempre foi o zoom. A falta de espaço interno dificultava a inclusão de lentes periscópicas. A Motorola resolveu o puzzle com uma lente de 50MP (sensor Sony LYTIA 600) que oferece um zoom ótico de 3x.
Nos testes independentes, este sensor portou-se como um campeão, mantendo o detalhe e o ruído sob controlo mesmo em condições de pouca luz. Com uma distância focal equivalente a 85mm, este é também o “ponto doce” para retratos, criando um efeito bokeh (fundo desfocado) natural que separa o sujeito do fundo sem erros grosseiros de recorte nas orelhas ou no cabelo.
Para quem gosta de exagerar, o Super Zoom Pro de 100x utiliza IA para tentar reconstruir detalhes à distância. Embora saibamos que aos 100x o milagre é difícil, a estabilização ótica (OIS) ajuda imenso a manter o enquadramento sem parecer que estamos a segurar uma britadeira.
Vídeo em 8K e o toque da Dolby Vision
Para os criadores de conteúdo, o Razr Fold é uma ferramenta de trabalho séria. Suporta gravação em 8K e tira partido da Dolby Vision para garantir cores mais vibrantes e pretos mais profundos. O Photo Enhancement Engine da Motorola, alimentado por inteligência artificial, trabalha em tempo real para reduzir o ruído e expandir o alcance dinâmico enquanto gravas.
Outra vantagem óbvia do formato dobrável é o “Laptop Mode”. Podes pousar o telemóvel numa superfície plana, dobrado a 90 graus, e usar a câmara interna de 32MP para videochamadas ou a câmara principal para selfies de alta qualidade usando o ecrã externo como visor. É o fim dos tripés improvisados com livros ou copos.
Veredicto: A Motorola voltou ao topo?
O que mais impressiona nesta análise da DXOMARK não é apenas o número 164. É o facto de a Motorola ter conseguido consistência. Quer estejamos a falar da câmara ultra-wide de 122º (que também faz Macro) ou da câmara principal, a qualidade mantém-se equilibrada.
Se o Motorola Signature (que recebeu o mesmo selo de ouro) já era um sinal de aviso, o Razr Fold é a confirmação: a Motorola já não é apenas a marca dos telemóveis de gama média com boa bateria. Estão a lutar pelo trono da fotografia computacional e, pelo que parece, estão a ganhar batalhas importantes.
A minha opinião? Se estavas na dúvida entre um dobrável e um topo de gama fotográfico tradicional, a Motorola acabou de te tirar a dúvida. O futuro dobra-se, e agora, também tira fotos de nível profissional.
E tu, achas que os dobráveis vão finalmente substituir os smartphones tradicionais ou a fragilidade do ecrã ainda te assusta? Deixa a tua opinião nos comentários!
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