Mobilidade na função Pública limitado a 60 km

O secretário de Estado da Administração Pública, Hélder Rosalino, enviou uma nova proposta aos sindicatos da função pública indicando que pagará parte das deslocações.

Segundo o Público, a proposta final do secretário de Estado enviada aos sindicatos deixa cair a mobilidade dos trabalhadores em toda a zona metropolitana de Lisboa e Porto, limitando a 60km a distância entre a localização do novo serviço e a sua residência.

Com esta nova proposta, poderá estar mais próximo um acordo entre o Estado e os funcionários públicos, sendo que o Estado ainda irá compensar as despesas com deslocações adicionais que os funcionários terão, durante o período de mobilidade.

No entanto, esta nova proposta indica que não precisa da autorização do trabalhador para a mobilidade até aos 60kms, mas disponibiliza a possibilidade de o trabalhador se opor à mobilidade, “invocando e demonstrando prejuízo sério para a sua vida pessoal”, dando dois exemplos, inexistência de transporte público colectivo ou duração do transporte entre a residência e o local de trabalho.

A Mobilidade terá a duração de um ano e o Estado pagará as ajudas de custo por inteiro.

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