Microsoft oferece recompensas para quem o usar o Bing!

bing_brunofilipeCom o nome de Bing Rewards, este programa oferece créditos pelo uso do motor de busca que podem ser trocados por diversos produtos.

Depois do fracasso do Cashback, a Microsoft criou um outro conceito para reembolsar utilizadores pelo uso dos seus produtos. Agora, a empresa anuncou a chegada de um programa que recompensa as pessoas que fazem pesquisas no Bing.

Com o nome de Bing Rewards, o programa oferecerá créditos para os utilizadores que usarem o seu sistema de buscas e permite que as pessoas resgatem os pontos acumulados para trocar por uma variedade de produtos.

Para participar neste novo conceito, o cibernauta deve fazer o download da barra de ferramentas do Bing e se inscrever no Bing Rewards, usando a conta do Windows Live ID. A partir daí, a barra passa a exibir ofertas e permite que os utilizadores ganhem créditos e possam consultar a sua pontuação no programa.

Os participantes podem ganhar créditos de diversas formas, sempre baseado nas ofertas que aparecem na barra de ferramentas. Entre as maneiras para ganhar pontos, incluem-se a realização de pesquisas na interface do Bing, configurá-lo para se tornar seu motor de busca padrão ou usar alguns de seus novos recursos.

Os produtos presentes no programa já podem começar a ser comprados com uma pontuação mínima de 250 créditos. Há uma variedade de itens para aquisição, como DVDs, utensílios de cozinha, certificados de presentes de vários restaurantes, câmeras digitais, malas de viagem, entre outros.

As pessoas podem também usar seus créditos para fazer doações a instituições de caridade, a partir de uma pontuação de 100 créditos, o que equivale a doação de um dólar.  Os créditos também podem ser trocados por Microsoft Points, que permitem a compra de conteúdos no Xbox Live e no Zune Marketplace.

Inicialmente, o Bing Rewards está disponível apenas nos EUA, em um estágio que a Microsoft está chamando de “preview”.

Desde o seu lançamento no ano passado, o Bing vem ganhando lentamente participação na área de buscas. Em agosto deste ano, o motor de busca já tinha crescido em 30 por cento a sua quota no sector, passando a ter 13,9 por cento do mercado, segundo a Nielsen.

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