Meta e Facebook desistiram de lançar o pior produto de sempre

Impulsionados pelo constante sucesso do Apple Watch e de outros wearables e smartwatches, apesar do WearOS ainda estar longe do grande sucesso, a Meta também iniciou os seus próprios planos para lançarem um dispositivo próprio. No entanto nõa está sozinha.

Também a Google deverá anunciar, em breve, o seu novo smartwatch, apesar de algumas especificações que vieram a público serem decepcionantes. No entanto, parece que algumas marcas até têm consciência e, segundo as mais recentes informações, a Meta tm o projeto de um relógio próprio parado. E ainda bem.

Em Outubro, o pessoal da Bloomberg encontrou um wearable na aplicação Facebook View, o software parceiro concebido para emparelhar com Ray-Ban Stories. Parecia um relógio smartwatch bastante genérico com desenho arredondado, mas com um notch no ecrã. Ora percebeu-se que havia uma câmara neste notch, possivelmente para tirar umas selfies, chat de vídeo no Messenger, ou outra ideia que a Meta tria para aproveitar esta câmara. Mas o “pior” estava para vir.

O The Verge e a Bloomberg, descobriram que o relógio da Meta, na realidade, ostentava duas câmaras – uma na frente, como se viu em versões anteriores, e outra nas costas, de frente para o pulso. A ideia era simples: o sensor de 5MP virado para a frente podia capturar imagens enquanto usava o relógio, enquanto o módulo “traseiro” de 12MP podia tirar fotografias depois de tirar o relógio do pulso. Paremos um pouco para pensar nisto.

Em teoria, este seria o primeiro relógio inteligente capaz de reproduzir todo o seu telefone, permitindo-lhe deixar os seus aparelhos maiores em casa e ainda tirar uma foto de grande qualidade no parque (Continuo a pensar na simples ideia de tirar o relógio para tirar uma fotografia).

A Meta demorou um pouco mais, mas certamente deve ter percebido, tal como eu já fiz, o quão estranho (para não dizer algo mais agressivo) a ideia é e, segundo a agência Bloombeg, o desenvolvimento do gadget está interrompido.

No entanto, hoje foi divulgado mais algumas informações, já que o relógio também deveria ter Wifi, GPS, eSIM, treinos rastreados e uma duração até 18 horas de bateria. Vá, como um smartwatch normal, mas provavelmente focado nas interações sociais.

Esse SO personalizado suportava notificações e um ecrã de bloqueio, embora todas as aplicações adicionais tivessem de ser geridas através do Facebook – e não através de uma loja de aplicações no dispositivo. Não surpreendentemente, também sincronizava o fitness com os canais sociais do Meta, permitindo aos utilizadores publicar resultados de treino no Facebook ou Instagram, à semelhança de como Strava funciona.

Segundo as informações, o relógio poderia ter um preço a rondar os 349 dólares.

No entanto, a Meta não terá desistido de lançar um smartwatch, mas sim ir por novos caminhos (ainda bem). É verdade que temos de aplaudir a intenção da empresa de criar algo inovador e diferente, em vez de “seguir” uma tendência que já é amplamente dominada pela Apple. Mas, que seja algo com pés e cabeça, se faz favor.

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