Mark Zuckerberg avisa os funcionários que está a congelar contratações

O CEO da Meta, Mark Zuckerberg, disse aos funcionários nesta passada quinta-feira que a empresa está a decretar um congelamento de contratações em toda a empresa e alertou-os também que mais despedimentos possam também chegar. Com o agravar da crise mundial, está a torna-se cada vez mais frequente empresas a anunciarem despedimentos.

Os comentários feitos durante uma teleconferência interna mostraram como a Meta está a responder a um declínio acentuado na sua receita causada pela desaceleração da economia global e pelas mudanças no controlo de anúncios da Apple. O preço das ações da Meta caíram mais da metade só este ano.

Em maio deste ano, Mark Zuckerberg já tinha anunciado um congelamento de contratações afetando na altura apenas certos segmentos da Meta e afirmou também que não poderia fazer promessas sobre possíveis demissões no futuro, mas a verdade é que no final de junho o seu tom mudou.

Numa sessão de perguntas e respostas Mark Zuckerberg disse: “Sendo realista, provavelmente existe um grande número de pessoas na empresa que não deveriam estar aqui… E parte da minha esperança tem aumentado as expectativas e tenho tido objetivos mais agressivos, é que eu acho que alguns dos meus funcionários não podem simplesmente dizer que este lugar não é para eles. E na verdade essa autosseleção está perfeitamente delineado para mim.”

Depois de questionado sobre a reunião de ontem, o porta-voz da Meta, Dave Arnold, recusou-se a comentar, mas apontou para os comentários de Zuckerberg durante a última teleconferência de resultados da Meta, onde ele disse: “O nosso plano é reduzir constantemente o crescimento do número de funcionários no próximo ano. Muitas equipas vão encolher para que possamos transferir várias energia para outras áreas, talvez bem mais importantes.”

Infelizmente com o agravar da crise, cada vez mais o número de grandes empresas a reduzir no numero de funcionários está aumentar e é de especular que 2023 este seja o caminho de muitas mais empresas.

Fonte: Bloomberg

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