L’Oréal quer imprimir pele humana para testar cosméticos

Numa parceria com a startup Organovo, a gigante da cosmética pretende agilizar a produção de amostras de pele humana para testar os seus produtos.
Desde a década de 80, a L’Oréal recorre a amostras de pele humana para testar os seus produtos cosméticos, evitando realizar testes em animais. Até ao momento, a marca tinha 60 cientistas a criar, anualmente, cinco metros quadrados de pele humana em laboratórios.
Com o método atual, as amostras de pele são cultivadas a partir de tecidos doados por pessoas submetidas a cirurgias plásticas. Agora, a gigante da cosmética pretende revolucionar a forma como se testam os produtos de beleza e, para tal, aliou-se à Organovo, uma startup norte-americana especializada na produção de componentes orgânicos.
O objetivo da marca L’Oréal é realizar impressões 3D de tecidos vivos que poderão ser utilizados para testar a toxicidade e eficácia dos seus produtos cosméticos.




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