Huawei poderá ter uma licença temporário de 2 semanas

Num episódio que parece não ter fim para a Huawei e que a coloca no meio de uma guerra comercial entre os EUA e a China, vai ganhar novidades durante o dia de hoje. E são importantes, já que hoje é o dia em que termina a última licença temporário dada pelas autoridades norte-americanas à Huawei. E que deve conseguir mais uma extensão da sua licença.

No entanto, ao contrário dos 90 dias dados anteriormente, desta vez as autoridades dos EUA deverão dar uma licença temporária de duas semanas para poder continuar a trabalhar com empresas norte-americanas, segundo a agência Reuters.

Segundo o artigo da agência de notícias, esta licença de apenas duas semanas é dada para que a Huawei não perca totalmente a licença para continuar a trabalhar com as empresas norte-americanas, já que está um curso uma licença mais longa de 90 dias, mas que ainda não está pronta devido a obstáculos regulatórios. No entanto, apenas as fontes da agência indicam isso, já que fontes oficiais de ambos os lados recusaram-se a fazer comentários.

Tendo decidido que os negócios da Huawei são uma ameaça à segurança nacional do país, os EUA colocaram a empresa numa lista negra comercial em maio, proibindo essencialmente as empresas americanas de negociarem e trabalharem com o gigante tecnológico chinês. Desde essa altura, foi dada duas licenças de três meses, que termina hoje, segunda-feira.

No entanto, tem havido boas notícias para a Huawei, já que recentemente retomaram os negócios com a Qualcomm e a ARM, empresas fundamentais para continuarem a produzir o seu processador Kirin, sendo que os resultados divulgados sobre os trimestres em que a fabricante está sob a alçada das entidades reguladoras norte-americanas, foram positivas, com um aumento de vendas.

Ainda assim, uma questão importante ainda está para ser resolvida – esta proibição fez com que os smartphones mais recentes da Huawei não pudessem obter licenças do Google e, embora eles ainda utilizem o Android, não contam com suporte ao Google Play Services, o que torna muito difícil a venda dos seus equipamentos no mercado ocidental e, por exemplo, o Huawei Mate 30 já foi anunciado e está à venda na China, mas nesta altura ainda não está disponível na Europa.

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