Google continua sob ataque: agora, nega manipular os resultados de pesquisa para fins políticos

O CEO da Google, Sundar Pichai, negou categoricamente as acusações que tem vindo a ser feitas ao motor de busca da sua empresa. Estas acusações falam de uma “parcialidade” política nos resultados que são apresentados na primeira página dos motores de busca.

Esta negação surge na sequência da reportagem do The Wall Street Journal que cita emails internos da empresa segundos os quais, caso sejam verdadeiros, os funcionários terão discutido formas de alterar os resultados da pesquisa para prejudicar aquilo que Trumo descreveu como “proibição de muçulmanos” de certos países de entrar nos Estados Unidos da América.

As ideias não foram colocadas em prática

Porém, o The Wall Street Journal refere que estas ideias nunca foram colocadas em prática e que não passaram de discussões entre alguns funcionários da empresa.

Pichai considera estas notícias “absolutamente falsas”

Pichai não tem papas na lingua para contrariar estas informações. Segundo o website Axios, o CEO da Google considera que qualquer afirmação que a companhia teria comprometido a integridade dos resultados das suas procuras para fins politicos são “absolutamente falsos”.

Segundo o CEO da Google, “é importante para mim que a nossa cultura interna continua a reforçar a nossa missão de organizar a informação do mundo e torná-la universalmente acessível e útil. As histórias nas noticias recentemente referem um email interno para sugerir que nós iriamos comprometer a integridade dos resultados das procuras na nossa plataforma para fins políticos”.

Este ano tem sido intenso para as plataformas digitais

Este é o primeiro ano em que as plataformas digitais são colocadas sob a lupa em termos do seu comportamento. A forma como a informação privada dos utilizadores é tratada, com quem é partilhada, e as possíveis consequências politicas da forma como estas plataformas organizam e apresentam a informação tem sido alvo de profundos debates um pouco por todo o mundo.

Estas discussões não aparentam dar mostras de abrandar no futuro próximo.

Fonte: Reuters

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