FBI não desiste de pressionar a Apple a desbloquear iPhones de criminosos

As pressões do FBI à Apple não são de agora mas o mais recente caso do atirador da Base Naval acenderam a guerra.A  Apple tem mostrado que não cede nem abre exceções à sua política de privacidade.

O mais recente caso do atirador da Base Naval, crime ocorrido na Flórida que fez três mortos obrigou o FBI a pedir à Apple que desbloqueasse dois iPhones do alegado suspeito – Mohammed Saeed Alshamrani. É em prol do bem comum, da defesa de quem já não está cá para se defender mas nem estes argumentos parecem ser suficientes para a Apple considerar a sua política de privacidade.

O tribunal deu luz verde ao FBI para revistar os telemóveis mas sem as palavras-passe os investigadores nada podem avançar. Por esse facto, o FBI enviou uma carta esta segunda-feira à Apple e aguarda-se o desfecho.

Segurança e privacidade são as questões envolvidas nesta guerra que pode mais uma vez ser ganha pela Apple. Segurança, defesa e ainda o desvendar dos crimes é o que move estes polícias que tentam por todos os meios possíveis encaixar as peças dos puzzles que lhes chegam às mãos mas que enfrentam estas questões morais e políticas de privacidade.

Foi há quatro anos que o FBI pediu a colaboração da Apple para desbloquear um dispositivo de um alegado terrorista  e de um alegado traficante de droga mas os pedidos não surtiram efeito. A Apple não abriu mão do seu compromisso com os seus clientes. Em ambos os casos, o FBI acabou por contar com a ajuda de uma empresa privada.

Neste mais recente caso a Apple já tinha garantido que cooperou com as autoridades e deu todas as informações de que dispunha. Será que após a receção da carta abrirá agora o iPhone abrindo mão dos seus princípios?

Já o FBI não comentou o caso.

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