Facebook defende-se de processo em tribunal referindo que faz tudo o que pode para parar tráfico sexual

O Facebook sublinhou na quarta-feira, em resposta a um processo em tribunal, que está a fazer tudo o que pode para proteger os utilizadores de traficantes humanos. A empresa referiu que trabalho de internamente e externamente para não permitir que este tipo de actividades se desenvolva na plataforma.

“O tráfico humano é abominável e não é permitido no Facebook. Nós usamos tecnologia para atacar este tipo de abuso e encorajamos as pessoas a reportar links que encontrem no nosso website para que a nossa equipa de especialistas possam verificar o conteúdo,” referiu uma porta-voz do Facebook, citada pela Reuters.

Um processo-crime contra o Facebook relacionado com tráfico humano

Uma mulher do Texas colocou o Facebook em tribunal, no Harris County Distric Court em Houston, no decorrer desta semana. Neste processo a mulher refere que foi “atraida” para o tráfico sexual quando tinha apenas 15 anos. Um amigo adicionou-a na lista de amigos para a aliciar. Segundo a acusação, o Facebook não fez o suficiente para verificar a identidade do utilizador e para a avisar que traficantes de sexo estariam a trabalhar através da plataforma Facebook.

A mulher refere que foi enganada pelo traficante em 2012. Ele aparentava “conhecer muitos dos seus amigos da vida real”. Ela referiu que concordou encontrar-se com o homem na medida em que ele “ofereceu consolo” depois de uma briga entre ela e a sua mãe. O encontro conduziu a uma situação dramática em que o homem lhe bateu com violência e a violou. Depois, terá tirado uma fotografia dela no website Backpage.com enquanto “prostituta”.

O Facebook defendeu-se publicamente, dizendo que “trabalho de forma próxima com organização contra o tráfico humano”, assim como “outras companhias tecnológicas”. O Facebook sublinha que denuncia todas as instâncias em que aparente existir exploração sexual de crianças para a NCEMC (o centro americano para crianças desaparecidas e exploradas).

Fonte: Reuters

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