Facebook bloqueia o Spinner

O Facebook para qualquer ligação com a empresa Israelita Spinner. Esta empresa afirma que consegue alterar o comportamento das pessoas através de publicações online disfarçadas de conteúdo editorial e consequentemente expor as pessoas a esse conteúdo.

O Facebook recusou-se a usar os serviços desta start-up para conseguir modificar o comportamento dos seus utilizadores. Por este motivo o Facebook baniu a empresa de usar o Facebook ou o Instagram seja por que motivo for.

Em tom de resposta às ações do Facebook, o co-fundador da Spinner, Elliot Shefler disse à BBC que a empresa iria continuar a usar campanhas online e recusa-se a eliminar a opção de usar o Facebook no futuro. A empresa afirma que consegue modificar comportamentos tais como: deixar de fumar, perder peso, ter relações com o parceiro mais frequentemente e considerar colocar implantes mamários. Para conseguir atingir estes objectivos, a empresa mostra dezenas de artigos sobre os temas durante um período de tempo, através da internet, incluíndo as noticias que aparecem nas plataformas como o Facebook.

Perkins Coie, a empresa que defende o Facebook em questões legais já mandou uma carta à Spinner a queixar-se da situação. Segundo a carta, a Spinner usa contas falsas do Facebook para bombardear o mesmo com publicidade. Tais actividades violam os termos de publicidade do Facebook e o mesmo exige que a actividade seja terminada de imediato. O Facebook bloqueou todas as contas associadas à empresa numa tentativa de terminar a actividade da mesma.

Rich Leigh, um relações publicas testou o serviço da Spinner e diz que após ter comprado um pacote da empresa que apenas visualizou menos de 10 artigos sobre o tema escolhido, mas que também visualizou alguns artigos de temas que não escolheu.

Shefler insiste que o serviço é legal e não uma técnica pirata. Afirma também que a empresa usa ferramentas comuns.

Um critico da área relatou que, apesar as técnicas da Spinner serem questionáveis, existe empresas da área com técnicas piores.

Fonte: BBC

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