Estudo alerta para maior segurança online no regresso às aulas

22 de Setembro de 2018
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Um estudo realizado pela especialista em cibersegurança, ESET, mostra alguns receios que os pais enfrentam com a segurança dos seus filhos online e dá algumas dicas que podem ser úteis, principalmente neste regresso às aulas.

Com cada vez dispositivos móveis e cada vez mais completos, sofisticados e acessíveis, é natural que aumente o receio sobre as práticas dos mais pequenos quando navegam na net.

Se no passado os computadores eram, por norma, os dispositivos preferidos das ameaças informáticas, os smartphones e tablets são o alvo mais recente de cibercriminosos, spam e outros utilizadores indesejáveis, incluindo cyberbullies.

Atualmente é possível adquirir um smartphone pronto a utilizar e esta facilidade pode tornar-se numa grande ameaça, aliada a uma geração cada vez mais inclinada para a partilha de informação pessoal, fotos e vídeos.

As principais ameaças online

Websites inapropriados, tempos de utilização excessivos, apps móveis inadequadas e exposição a bullying online representam alguns dos principais fatores de risco que, acordo com os resultados da investigação, mais inquietam os pais.

Ainda assim, é difícil determinar o número total de crianças e jovens que são afetados por abusos online, ou que, de uma maneira geral, fazem uma utilização pouco responsável dos dispositivos móveis com acesso à Internet.

Em casa, na escola ou nas redes sociais, os pais devem estar informados sobre os perigos da Internet, antecipando potenciais ameaças e mantendo-se informados sobre as formas mais eficientes de assegurar um novo ano letivo mais seguro para todos.

Existem aplicações que ajudam a determinar o tempo que a sua criança pode aceder à Internet, limitar o tipo de páginas que pode visitar, permitir ou restringir o acesso a jogos, ou monitorizar a localização da criança. Software com estas características designa-se de controlo parental e trata-se de uma poderosa ferramenta que, com a devida participação e interação da criança, permite uma maior segurança online.

Cinco dicas ajudar os encarregados de educação

Para promover um ambiente online mais seguro para a sua criança, a ESET sugere as seguintes dicas:

1. Criação de uma conta de utilizador para a criança. É o primeiro passo para a orientar nas suas atividades online. O papel de administrador deve ser sempre desempenhado por um adulto.

2. Atualização permanente do seu antivírus.

3. Monitorização do histórico de navegação da criança. Converse com ela sobre a importância desta medida.

4. Controlo do recurso à câmara na captura e partilha de fotos e vídeos.

5. Verificação das configurações do perfil da criança nas redes sociais. Um perfil público sem limitações pode colocar a integridade do jovem em risco.

Fonte: ESET

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