Essential Phone PH-2 pode ser o primeiro smartphone com câmara por baixo do ecrã

A Essencial é uma empresa criada pelo fundador do Android, Andy Rubin, e que destacou-se no seu primeiro modelo por ter sido primeiro smartphone a ter um ecrã completo e o famoso notch, na altura apenas a câmara, apesar de ter sido a Apple com o iPhone X a “banalizar” o notch no mercado.

No entanto, a empresa não tem passado por bons momentos e o PH1 até já foi descontinuado, sendo que logo surgiu que a fabricante já estava a preparar o segundo modelo. E, a confirmarem-se estas primeiras informações, a Essential pode voltar a inovar no segmento dos smartphones.

Um conjunto de imagens criadas pela Essential indica as intenções da empresa para um segundo modelo. Publicamente a empresa viu melhores dias – em seu curto período de tempo, a empresa lançou um telefone, alguns acessórios e um corte de futuros produtos (pelo menos no curto prazo). Mas a Essential ainda não desistiu – eles estão a trabalha num telefone futurista como nunca vimos até agora.

A informação é divulgada pelo SlashGear, que analisou um conjunto de desenhos que indicam alguns recursos interessantes que o próximo Essential Phone pode ter. Um tem a ver com a opacidade e a transparência do ecrã.

Planos em desenhos mostram o conceito Essential Phone PH-2 com pelo menos uma câmara e um sensor de luz que estão escondidos atrás do ecrã, que pode se tornar semitransparente quando utilizamos o equipamento. As versões deste dispositivo têm ecrãs LCD ou OLED, mas provavelmente utilizarão os recursos avançados do painel OLED.

Outro conjunto de desenhos da Essential mostra um dispositivo com um sensor de impressão digital sob um monitor. Esta é uma tendência que já começa a surgir até nos equipamentos de média-gama, por isso é normal que esta tecnologia surja neste equipamento topo de gama da Essential.

Há também a referência do nome PH-2 no início desta semana em documentos de suporte em uma operadora de smartphones dos EUA, o que indica que a Essential não está parada a ver o mercado, mas sim a trabalhar num equipamento novo e que, esperamos nós, volte a ser inovador.

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