Destroços do foguete chinês caem no Índico e emergem críticas dos EUA

Mal os destroços atingirem as águas do Índico, destoou-se o coro de críticas das autoridades dos Estados Unidos de América em direção à China, muito por causa da forma pouca “responsável” como lidou com a queda dos destroços do foguete.

a acusação partiu do próprio administrado da NASA, Bill Nelson. O chefe da agência apontou dedo à China acusando-a de “não cumprir os padrões responsáveis” quanto quanto aos destroços espaciais, defendendo que o país deveria ter feito muito mais para reduzir os riscos para as pessoas. O Secretário de Defesa, Lloyde Austin, fez eco à declaração.

Ainda que o recente incidente tenha provocado e calafrios e receios um pouco por todo o globo, não se espera uma atitude diferente – e para melhor – por parte da China, pelo menos a curto prazo. Em jeito de defesa, China tenta tirar a importância às críticas do EUA e acalmar as águas. Segundo a imprensa chinesa, as preocupações americanas pecam por “exagero”, fazendo crer que não existiam razões para que o alarme de alerta fosse destoado.

Uma coisa é certa, denota-se uma grande diferença em relação aos lançamentos modernos feitos nos Estados Unidos de América, em que nalguns dos casos recorre-se aos foguetes reutilizáveis, com pouco ou nenhum desperdício de peças.

Conforme anunciou a BBC, citando a imprensa estatal chinesa, os destroços do foguete Long March 5b, num regresso à terra algo descontrolado, caíram no Oceano Índico, a oeste das Maldivas.

Ainda falta esclarecer se algumas das peças dos destroços tenham atingido a terra. ainda que existe alguma hipótese dos pedaços dos destroços possam ter atingido a terra, o que é mais improvável é a possibilidade dos mesmos tenham causado vítimas ou estragos de propriedades.

O foguete foi lançado no dia 29 de abril, sob a missão de transportar um componente de estação espacial de Tiangong para a órbita, e o mesmo começou a perde altitude pouco tempo mais tarde.

Fonte: Engadget

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