Crise portuguesa a um passo de ser superada

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Passos Coelho promete “um Portugal mais competitivo, mais próspero e mais justo”

O primeiro-ministro Pedro Passos Coelho referiu ontem à noite através do Facebook que Portugal está mais próximo de vencer a crise, deixando uma palavra de coragem aos desempregados.

Passos Coelho admite que o primeiro ano de governação foi “duro” mas que Portugal está “bem mais próximo de ultrapassar esta crise”. O primeiro-ministro lembra as dívidas e os erros graves que traçaram o percurso do país, acrescentando que o Governo aceitou uma missão “muito complicada”.

“Foi um ano duro para os portugueses. A missão que aceitámos era muito complicada, com um país mergulhado em dívidas e erros graves que não podíamos mais ignorar e todos os portugueses entendiam o que estava em jogo – a autonomia do país, a base de sustentação do nosso modo de vida e o futuro dos nossos filhos”, afirmou Passos Coelho.

Os acordos com a Troika, segundo o primeiro-ministro português, são uma garantia de confiança e credibilidade para o país. “Os compromissos [assumidos com os credores internacionais] são importantes”, visto que, “ao cumpri-los”, Portugal está a “restaurar a credibilidade do país junto dos parceiros e investidores”, o que é “essencial para o crescimento”, sublinhou o líder do Governo.

Quanto aos resultados menos positivos, Passos Coelho expressou o seu orgulho “pela coragem e determinação dos portugueses na procura destes resultados, conseguidos a imenso custo pessoal por todos”. “A todos os que estão hoje desempregados quero deixar uma palavra de encorajamento e a minha garantia pessoal que tudo continuaremos a fazer para que estes momentos difíceis sejam ultrapassados tão rapidamente quanto possível”, acrescentou.

Depois de um ano de governação o atual primeiro-ministro lembra o percurso duro que o país tem atravessado, no entanto garante que apesar de ainda haver muita coisa para se fazer, o país está mais perto de ultrapassar a crise que se vive. Passos Coelho deixa a promessa de “um Portugal mais competitivo, mais próspero e mais justo”.

14 COMENTÁRIOS

  1. O problema é que o dinheiro foge para outros fins. A malta assume direitos mas ignora e foge aos deveres, sendo que ficamos com uma fatia da sociedade que vive à custa de outros. A sociedade criou e deixou viver os parasitas e hoje sustentamo-los, e mantemo-los com receio que agora, se lhe tirarmos o rendimento, se insurjam e causem danos maiores. É como pagar a um ladrão para não ser assaltado uma vez que isso pode trazer consigo violência.
    Com estes, depois temos os malandros graúdos. As leis estão feitas ao jeito do grande malandro e é desse modo que, felizmente agora se vai descobrindo alguma malandragem, se vai mantendo negócios pouco claros e em prejuízo para o contribuinte. Porque é que toda e qualquer obra publica ultrapassa os prazos estipulados inicialmente e ultrapassa em larga escala o orçamento dessa mesma obra? Derrapagem é a palavra de ordem.

  2. Que este primeiro ministro quando estiver a comer ele e os filhos se lembrem que ha milhares de pessoas a pasar fome que quando se deitar que se lembre que ha muita gente a dormir na rua que nao ponha isto pior porque ele anda todos os dias na rua e podem alguns desses fazer le mal o povo ta cheio desta vida de mentira e de austeridade nao engane mais este povo porque este povo tambem fica saturado e e muito mau .

  3. Espero bem que sim, tudo que mais quero !
    Queria tanto continuar o meu curso mais infelizmente
    não tenho meios finaceiros para… bjsss fico esperando a recuperação dessa crise!!!!!!

  4. Apenas os desempregados , maxime, sem subsídio , os pensonistas com menos de 600 £ , os pensionistas e funcionários públicos , incluídos na chamada classe média que ficaram sem os subsídios e que são precisamente aqueles que não podem fugir aos impostos.

  5. Apenas os acima referidos sentem os nefastos efeitos das medidas tomadas por este ” DESGOVERNO ” .
    Urge tomar outras medidas para atacar a crise e entre as muitas deve aplicar-se IMEDIATAMENTE a seguinte : Ninguém pode usufruir vencimento superior ao do Presidente da República , mas mesmo ninguem ,seja no público ou no privado e incluíndo mordomias .

  6. Uma palavra de coragem aos desempregados… Ainda mais coragem do que a que já temos? Acha ele possível que um casal, com dois filhos possa viver neste país com 700€/mês? O que é que chamam a isto? Deve estar a brincar, só pode!!!!

  7. Nós precisamos de um nova ordem monetária. A divida do Estado é financiada com mais dividas, será matematicamente impossivel sair do sistema (bola de neve) desatroso causado por juros compostos, estes somente favorecem as altas financas.

    Os politicos sao somente funcionários sem qualquer poder para mudar ou decidir, e os Bancos sao os veiculos utilizados para que a divida do Estado ou privada aumente o mais possivel, porque SÓ através da divida, pode existir dinheiro e dependencia.

  8. Na minha opniao tem que haver uma mudanca radical, a nivel nacional, monetário e privado.
    Portugal declara Bancarrota, livra-se automaticamente das dividas a nivel nacional e sai da zona do Euro. A Argentina fez o mesmo e nao a muito tempo.

    A alternativa será uma ditadura na EU onde já deu os primeiros passos com o tratado de Lisboa.

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