Chile critica Aliexpress por contornar mecanismos fiscais e aduaneiros
O aumento de compras realizadas no site chinês AliExpress por cidadãos chilenos, levou as autoridades fiscais e aduaneiras do governo daquele país da América Latina a criticar aquele que é um dos maiores portais de compras mundiais.
Um pouco por todo o globo a questão repete-se: os envios parcelares não deverão exceder os 30 euros para contornar os mecanismos alfandegários e chega a ser difundida pelo próprio Aliexpress. A crítica surgiu de forma oficial pelas Alfandegas Chilenas em declarações ao jornal vespertino La Segunda e face aos procedimentos recomendados pelo site de compras que dizem que “para evitar a retenção nas alfândegas (do Chile), recomenda-se o envio em pequenas parcelas e de tamanho pequeno” com custo inferior a 30 dólares. A reação foi simples por parte dos fiscais chilenos: «não nos parece adequado».
Gabriela Landeros, subdirectora Técnica das Alfândegas do Chile, adiantou que foi já solicitada uma reunião com os representantes do AliExpress no Chile para que expliquem as recomendações.
A nota polémica do AliExpress surgiu dias antes de 11 de novembro, o grande dia de compras na china.
Segundo registos dos correios chilenos, em 2014 foram recebidos 4 milhões de encomendas compradas através da Internet e provenientes de mercados externos.





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