Chegou o Firefox 61: o amigo da velocidade

Chegou ontem a nova versão do Firefox: a 61. As novidades estão a ser apresentadas cerca de dois meses depois de ter sido conhecida a versão anterior, dando continuação ao ciclo de melhorias constantes a que a Mozilla nos está a habituar.

A versão mais usada do Firefox é, sem dúvida, a versão para desktop. Presente no Windows, Linux e macOS, a versão melhorada dá às extensões a capacidade de controlar visualmente os separadores abertos e os sites que não estiverem a ser usados podem ser escondidos para dar espaço e um campo de visão mais “limpo”.

Firefox
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Rapidez

Viajar entre separadores é, agora, mais rápido graças à capacidade que o Firefox 61 apresenta de carregar os separadores preventivamente. Basta, para isso, que o utilizador passe com o rato no separador que vai querer ver.

A médio prazo, contudo, estas inovações podem não se traduzir necessariamente numa web extremamente rápida, porque os programadores têm feito páginas da web cada vez mais recheadas de códigos de programação. Ainda assim, este Firefox está a bater um recorde quanto ao tempo que precisamos esperar até que um site carregue o suficiente para se tornar interativo, ou seja, o Firefox retém a memória do trabalho que o navegador já fez a construir a página de um site que é exibido no nosso ecrã.

Pesquisa

A pesquisa foi também melhorada e pode ser adicionada diretamente nos sites que suportem OpenSearch, aumentado a capacidade de realizar pesquisas no Firefox. Na nova versão os dados do utilizador são recolhidos antecipadamente e, por isso, as páginas são disponiblizadas mais rapidamente.

No Android

A versão móvel do Firefox para Android traz, igualmente, novidades. O CSS Quantum está presente e melhor, o que se traduz no carregamento de páginas mais rápido. As melhorias no desempenho geral são também visíveis, o que torna esta versão do Firefox mais user friendly. Fazer o scroll é, claro, mais rápido agora.

Já pode experimentar todas estas melhorias; só tem de fazer a atualização do Firefox que reforça a sua posição como uma alternativa no mercado dos browsers, procurando recuperar os utilizadores que foi perdendo ao longo dos anos, sobretudo para o Chrome.

Fonte: CNET

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