CES 2019: Toyota investe na condução autónoma fortemente

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Anunciado antes da CES 2019, o novo veículo de testes de condução autónoma da Toyota é um Lexus. Porquê Lexus? Sendo a marca Lexus, a divisão mais luxosa da Toyota, a companhia apostou no novo modelo LS 500h para instalar os seus sistemas de testes piloto de condução autónoma.

Quando tudo começou? Os testes começaram bem antes de 2013, uma vez que a marca fez questão de apresentar o seu primeiro veículo de testes na CES de 2013. Muito mudou desde então, passando por uma segunda geração de sistema e passando por uma terceira, chegando finalmente ao Lexus LS 500h.

A inteligência deste automóvel evoluiu substancialmente, tendo em conta que o computador responsável pela gestão de toda a sua tecnologia de condução não só se tornou mais poderosa do que nunca, como o ‘computer managing’ apresenta também um menor volume e consumo, ocupando parte do banco traseiro, e necessitando apenas da energia da bateria híbrida, podendo recorrer a uma bateria de 12v numa situação de emergência.

Apoiando tudo isto, Ryan Eustice, vice-presidente da direção de condução autónoma do Instituto de Pesquisa da Toyota, refere o seguinte: “O nosso desenvolvimento do Chauffeur (programa/sistema de condução autónoma) foca-se na autonomia total, onde o ser humano fica essencialmente removido da equação motriz, seja concretamente em todos os cenários, ou dentro de um domínio de condução mais restrito”.

A 4ª geração desenvolvida no centro da Toyota beneficia de um novo e sofisticado upgrade tecnológico ao controlo da direção e do chassi do Lexus, proporcionando uma maior agilidade e manobras mais ágeis e responsivas em situação de condução aquando da utilização de condução autonóma. Para além disto, foram acrescentadas duas novas câmeras laterais e mais dois sensores de imagem que foram desenvolvidos em específico para veículos autónomos.

Recentemente, durante o evento da CES 2019 que se encontra a decorrer desde 07 até 11 de janeiro, a Toyota revelou mais detalhes e pormenores acerca do protótipo utilizado no Lexus LS 500h.

Segundo a marca, o automóvel de condução autónoma integra dois sistemas autónomos de condução, em que um prioriza as ajudas ao condutor, uma fase mais primária (semelhante ao de outras marcas, Mercedes e Tesla, por exemplo). Por outro lado, temos um segundo sistema que excluí na grande maioria o condutor e que, provavelmente, irá substituir o atual sistema.

Os dois sistemas de autonomia são apelidados de “Guardian” e “Chauffeur”. O primeiro representa essencialmente o conhecido ADAS mas mais reforçado que executa os tipos de funções de assistência ao motorista que os passageiros esperam; incluindo a travagem de emergência, o cruise controle inteligente guiado por RADAR e alerta e manutenção da faixa.

O sistema ‘Chauffeur’ ainda se encontra ligeiramente longe de ser aplicado uma vez que a sua adoção se concentra em atingir os níveis 4 e 5 de autonomia (meta a ser testada pela Renault), o que permitiria ao veículo operar inteiramente sem qualquer ajuda humana.

Fonte Engadget

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