Carros elétricos irão emitir um ruído abaixo de 20 km/h

A partir de 01 de julho, todos os veículos elétricos com quatro ou mais rodas na UE serão obrigados a emitir ruído de pelo menos 56 decibéis se o carro for a uma velocidade de  20 km / h ou mais lento.

O que faz sentido, já que os carros elétricos não produzem nenhum dos ruídos de motor com os quais nos acostumamos. Só os vimos quando passam por nós porque não emitem qualquer som. A União Europeia que certificar-se e garantir, que os peões possam ouvir a aproximação dos carros para aumentar a segurança de pessoas com deficiência visual, Crianças, pessoas mais idosas e aqueles que têm o péssimo hábito andarem constantemente a olhar para o telemóvel, que com som já é o que se vê, quanto mais sem som.

A legislação da UE exigirá, portanto, que os carros elétricos implementem artificialmente sons para compensar esse problema, com um “Sistema de Alerta de Veículos Acústicos” que terá que aumentar e diminuir indicando se o veículo está a acelerar ou a desacelerar. O que não será particularmente barulhento com 56db, que é praticamente o nível de ruído que uma congelador faz – apenas o suficiente para avisá-lo que um carro está perto.

Mas há um detalhe interessante em falta na nova legislação: não há menção de que como som deverá ser. Isso abre um mundo inteiro de possibilidades. Cada fabricante poderá reproduzir o seu próprio som personalizado para cada veículo.

Infelizmente, parece que os fabricantes de automóveis querem torná-lo um pouco mais seguro. Já vêm a trabalhar nisto há algum tempo junto com outros pesquisadores, e a maioria dos carros elétricos já tem alguns sons artificiais. Em vez da arrogância dos motores de combustão, um grande número de EVs usa sons “futuristas” como é o caso do novo Nissan Leaf, o eléctrico mais vendido no mundo, que já oferece este sistema desde 2010.

Fonte

2 COMENTÁRIOS

    • Olá Carlos Silva,

      Emitir gases não diria mas, segundo a Alemanha, os carros elétricos poluem mais do que os a diesel ou gasolina, não pelos gases emitidos, mas pelo impacto ambiental provocado pelas baterias e por todo o processo de elaboração dos mesmos. Se pensarmos nisso, tem a sua lógica. Nunca iremos construir um veículo que não afete o planeta. Está muito em jogo (€ e ganância)…

      Obrigada pelo seu comentário.
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